terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Sem o modo automático

Dr. Jorge*, não vou colocar esta obra no automático como eu havia prometido lá no rosto ou princípio ou fim.
Medo da morte.
Pensei em colocar o spin no automático para, em caso de morte do criador do spin, as publicações continuem
Não vou fazer isso
Caso o rosto não seja atualizado por um longo período é porque morri, e pronto
Somente o blog 74 ficará no automático, mas nem sei, também não, quero uma grande atenção para o Dia 74,  a não ser em ano bissexto, no último dia do mês marciano

* Médico

Os spinctadores,,,....organizando o spin


Ao acessar algumas páginas do spin vi que elas foram apresentadas sem o fundo, as letras brancas, tudo virou imagem, ainda não sei se deixo-as como estão ou se mudo
Vou deixar assim,  há outras possibilidades
Ou

Spin monocromático

Dr. Jorge, minha mãe acabou de me contar coisas sobre a escravidão, Coluna Prestes e tantas coisas, jamais imaginei que eu pudesse ouvir da boca dos meus pais a história viva das revoluções, há tanta coisa para ela me contar, uma panela deixada pela Coluna, que ela chama de "revoltosos"

Vc viu que na imagem acima só há uma cor, trata-se de um sinal de que estou usando o pc da casa onde estou, meus pais, não há nenhum link visitado, à medida que os visito eles vão se tornando azuis, parece-me que também os visitados por pessoas de qualquer parte do mundo

Posse da presidenta Dilma

Maurice Béjart, spin coreógrafo,

Morri com o spin amigo,,,....depois voltei

Alguém poderá se perguntar porque eu estava escrevendo neste blog naquela época da campanha de Dilma se estávamos em outubro ou urano/netuo

Ocorreu que escolhi os 5 primeiros dias ou blogs do sistema para construir mensários, um período que compreendia 73 dias, dos quais 70 era tempo de trabalho ou escrita

Rompi com este formato após a morte do meu amigo Hortêncio, aliás, em novembro eu havia voltado para o blog -0, ou seja, o SPIN e, com a postagem da notícia da morte do spin amigo, perdi a vontade de postar naquele blog vertical, por isso criei este sistema horizontal em que se volta atrás no tempo todo, todos os dias, um sistema que permite a lembrança, a recuperação da memória

Vou guardar aqui a notícia da morte do spin amigo, agora sei, ele era o spin amigo deste planeta, no momento, sem comentários ou palavras, apenas lembranças de um tempo que se foi, uma pessoa que jamais vou ver

P.S. - Depois da morte dele abandonei o sistema de mensário e voltei ao SPIN onde postei a notícia, a imagem do amigo sorrindo, como ele era, impediu-me de continuar o blog ou SPIN, retomei porque pessoas como o Félix ou Fénix reclamou por eu ter parado de escrever. Por isso voltei.

Agora posso apagar

Guardei aqui no spin
Agora sei
A mensagem do Hortêncio, spin amigo, humano
Agora posso retirá-la do celular, sua última frase "vou embora depois das eleições"
E foi-se.
De forma defintiva.

Estranho spin

Lendo esta postagem da última vez que passei por aqui vejo que eu havia alertado sobre os perigos de se viver sob a legislação de netuno, o meu amigo faleceu numa tarde em que o planeta estava bem carregado, no dia anterior ele havia havíamos trocados mensagens pelo celular, ele se mostava muito feliz, com era major da polícia militar do TO, encontrava-se a serviço em Darcinópolis, por conta das eleições, foi esta sua última mensagem, chamou-me a atenção em especial a última frase "vou embora depois das eleições". E foi-se. De forma definitiva. Ele morreu num acidente de trânsito, ao que tudo indica, por algum motivo que não se sabe, o seu carro se desgovernou numa curva, colidindo contra uma Pajero, a sua morte foi imediata, o carrou pegou fogo e ele morreu incinerado.

Sua última mensagem, que ainda não a apaguei do celular:

"De Hortêncio.

Hoje estou trabalhando...estou em Darcinópolis, vou embora depois das eleições."

Detalhes da mensagem:
556399917565

Assunto:
Hoje estou trabalhando...esto

Data:
31/10/2010

Tipo:
Mensag. texto

terça-feira, 19 de outubro de 2010

O vídeo do encontro de ontem entre Dilma e artistas e intelectuais no RJ

Agora vai, a campanha de Dilma encontrou seu eixo, agora estou animado, depois de reclamarmos da letargia a coisa voltou a fluir, começou com a ótima performance dela(Dilma) no debate da Band, quando ela aplicou vários nocautes no coiso



CRSS3 | 18 de outubro de 2010

"A forma de governar de Lula é diferente. Ele não fala fino com Washington, nem fala grosso com Bolívia e Paraguai"

RIO DE JANEIRO - O ponto alto do encontro de artistas e intelectuais com a presidenciável Dilma Rousseff, nesta segunda-feira à noite, no Rio, foi a presença de Oscar Niemeyer e de Chico Buarque no Teatro Oi Casa Grande, no Leblon. Cinco minutos antes da chegada da candidata petista, o arquiteto entrou no palco, de cadeira de rodas, e foi ovacionado pela plateia. Chico Buarque chegou cinco minutos após a presidenciável e provocou frisson: o discurso de um dos participantes foi abafado pelos aplausos dirigidos ao compositor, que comentou rapidamente seu apoio, elogiando o presidente Lula:

- Venho aqui reiterar meu apoio entusiasmado à campanha da Dilma. A forma de governar de Lula é diferente. Ele não fala fino com Washington, nem fala grosso com Bolívia e Paraguai. Por isso, é ouvido e respeitado no mundo todo. Nunca houve na História do país algo assim.

No palco, uma seleção de músicos como Alcione, Elba Ramalho e Alceu Valença, e de atores, como Paulo Betti, Sérgio Mamberti e Antonio Pitanga, deu apoio a Dilma, que ficou sentada entre o teólogo Leonardo Boff e Chico. A cantora Beth Carvalho fez uma versão de um dos sambas mais famosos de Zeca Pagodinho. No lugar do refrão "Deixa a vida me levar", ela improvisou "Deixa a Dilma me levar, Dilma leva eu".

O organizador do evento, o sociólogo Emir Sader, ressaltou que o encontro era um ato de unidade e que a outra alternativa neste segundo turno, referindo-se ao candidato José Serra, era o "obscurantismo", a "intolerância" e a "repressão".

Segundo Sader, o encontro foi uma tentativa de reproduzir a repercussão alcançada, em atos semelhantes, realizados no Canecão, nas duas campanhas vitoriosas de Lula, em 2002 e 2006, quando artistas e intelectuais também declaram apoio ao petista.

Sobre a mobilização por Dilma ocorrer apenas no segundo turno, Sader avaliou que foi o momento em que se fez necessário:

- Havia uma percepção que estava se encaminhando para uma vitória. Talvez por isso tenha demorado (para haver a mobilização)

Para Antonio Pitanga, o movimento dos artistas só ocorreu agora porque finalmente houve uma convocação.

- O PT faz o tempo certo, como diria Geraldo Vandré. E a Dilma está fazendo a hora. Não houve este tipo de chamamento, de uma parte ou de outra, no primeiro turno. Mas, num momento em que somos chamados, estamos aqui dizendo presente.

Alguns convidados fizeram discursos, como Marilena Chauí, que, emocionada, disse que sua geração já viu um negro ser presidente na África do Sul, um índio na Bolívia, um negro nos Estados Unidos, um operário no Brasil. Segundo ela, chegou agora a hora de uma mulher ser presidente do Brasil. A filósofa defendeu ainda que a eleição de Dilma é a certeza de que os recursos do pré-sal serão priorizados na educação.

Também estavam presentes no palco o presidente do PT, José Eduardo Dutra, o governador do Rio, Sérgio Cabral, além do prefeito carioca, Eduardo Paes. Cabral chegou a fazer discurso, ressaltando o fato de o Rio de Janeiro ser uma cidade "sem preconceitos". Ele foi aplaudido com moderação pela plateia.

Além de políticos e artistas, a militância também estava presente no teatro, que ficou lotado. Muitos levaram bandeiras.

EDIÇÃO E MONTAGEM: CRSS3
Aracatiara/Amontada/Itapipoca/Itarema

CHICO BUARQUE NO ATO PRÓ-DILMA

"Venho aqui reiterar meu apoio entusiasmado à campanha da Dilma. A forma de governar de Lula é diferente. Ele não fala fino com Washington, nem fala grosso com Bolívia e Paraguai. Por isso, é ouvido e respeitado no mundo todo. Nunca houve na História do país algo assim"

CENTENAS DE INTELECTUAIS LOTAM O TEATRO CASAGRANDE NO RIO. APOIO A DILMA SUPERA ATO PARA LULA EM 2002. TELÕES SÃO COLOCADOS NA CALÇADA PARA OS QUE NÃO CONSEGUIRAM ENTRAR

Marilena Chauí fez um dos discursos mais aplaudidos da noite; classificou os panfletos anti-Dilma como "obscenos". De Oscar Niemeyer a Leonardo Boff; de Chico Buarque a Elba Ramalho; de Emir Sader a Fernando Meirelles, a cultura brasileira em peso foi dizer sim à continuidade do governo Lula e não ao retrocesso obscurantista. Dilma em seu discurso agradeceu o apoio: “As músicas que ouvi e os livros que eu li estão aqui, com todos esses cantores e artistas". Ela defendeu o investimento em cultura e educação como elos indissociáveis de um verdadeiro processo de desenvolvimento: "Não existem formas de dar qualidade ao processo sem valorizar as pessoas. Para diminuir a desigualdade pela raiz é preciso gastar dinheiro com educação de qualidade, pagando professores de forma digna, não recebê-los com cassetetes”. A candidata agradeceu a Emir Sader, organizador do encontro, dizendo: 'Foi o ato mais lindo de toda a campanha'[saiba como participar: 'Inteligência brasileira se mobiliza contra Serra']


ATENTADO À LIBERDADE DE IMPRENSA:
CAMPANHA DE SERRA IMPÕE CENSURA À REVISTA DOS TRABALHADORES

TSE , obsequioso, manda recolher a edição da 'Revista do Brasil' sob alegação de apoio à candidatura Dilma. E o que diz a Folha? Aspas:... ligada à Central Única do Trabalhador (CUT), [a revista do Brasil] proibida de circular pela Justiça Eleitoral, por apresentar conteúdo favorável à campanha da presidenciável petista Dilma Rousseff, teve anúncios pagos pela estatal Petrobras e pelo Banco do Brasil..." A Veja não teve? Ah, a Folha, uma sentinela da isenção...

ENREDO PARA GARCIA MÁRQUEZ

Dom Bergonzini, bispo da extrema direita num país latinoamericano, encomenda 20 milhões de panfletos que simulam a chancela da Igreja católica para atacar e caluniar a candidata da esquerda nas eleições presidenciais. Um lote do material é descoberto na gráfica da irmã do coordenador da campanha adversária, encabeçada por um falso carola, um papa hostia de ocasião, apoiado pelos endinheirados e conservadores, cuja hipocrisia explode na figura da esposa, uma bailarina que fez aborto e acusa a adversária do marido de ser ' a favor de matar as criancinhas’. A imprensa sem escrúpulos resiste em perguntar: --De onde veio o dinheiro, Dom Bergonzini? Tampouco cogita indagar se o bispo e os donos da gráfica tem contato com outro personagem obscuro, um certo Paulo Preto --que o candidato da hipocrisia conservadora chama de 'Paulo afro-descendente'. Apontado como o caixa 2 da campanha da direita, Paulo desviou R$ 4 milhões, mas guarda segredos e faz ameaças, obrigando o líder a ir aos jornais e declará-lo um cidadão acima de qualquer suspeita.[ Leia outras perguntas silenciadas]
(Carta Maior; 19-10)

Dilma x questões polêmicas que estressam a candidata. Como lidar com isso para manter o pique até o final. E os 50 reais que o PSDB está pagando para os eleitores? Já estão cadastrando.

Em off.

A campanha de Dilma melhorou a partir do debate na Band, mas precisa melhorar ainda mais

Alguns blogueiros consideram(melhor do que usar a palavra "acho", melhor eu considero do que eu acho) que Dilma se saiu bem no debate, o Brizola Neto acha que poderia ter sido melhor.

Eu considero que Dilma não está se saindo bem no trato das questões polêmicas que lhe são empurradas pela mídia. Nem sei se haveria como se sair bem de questões polêmicas. A tática do Serra quando lhe colocam questões polêmicas é fugir, escorregar feito quiabo. Se isso dá certo, acho que sim, o eleitorado não percebe a fuga dele, a não ser quando, num debate, a Dilma mostra: ele é fujão!!!

Uma questão polêmica, ou seja, que não é consenso na sociedade, tem como objetivo dividir a opinião publica, ou seja, o eleitorado de Dilma.

Isto acontece quando elaborados um simples texto sobre questões não consensuais, tais como aborto, descriminalização das drogas, parceria civil de homossexuais, etc.

Dilma deveria driblar estes repórteres e dizer que esta eleição não pode ficar pautada somente neste assunto,,,e assim fale do pre-sal, banda larga, e prometa para os eleitores o trem-bala, banda larga.

Imagina só se o Serra não vai aproveitar o tempo dele no JN para fazer sonhar os boys que ganham 1 SM. Ontem dentro do ônibus fiquei olhando para a cara de uns boys. Pensei, eles não tem cara de quem votam no Serra mas por causa do SM de 600 reais podem votar sim.

..

Dilma/Lula fizeram muito nestes 8 anos mas, em termos do que irão fazer, do que prometeram para os segmentos sociais(negros, assalariados, aposentados, bolsa familia) não podemos negar que a nota é zero. Ao contrário da campanha de Lula em 2006, quando Lula fez o Brasil sonhar. E campanha é pé no chão mas é, antes de tudo, fantasia, embalo, promessas mesmo que não cumpríveis.

Voltando ao assunto do JN...

Dilma mordeu a isca, não sei como ela deveria ter escapado do assunto aborto. Sinto que há uma saída para um candidato se sair bem diante de questão polêmica, com certeza há, não sei como.
A ordem de Ali Kamel é:

Para a Dilma façam apenas perguntas que não são consenso na sociedade. Assim uns ficarão a favor dela e outros contra. De forma que de uma certa forma ela perca eleitores. Já que nem todos são a favor do aborto, façam esta pergunta a Dilma mesmo que ela seja contra. Assim conseguiremos dividir o eleitorado dela.

Para Serra apenas perguntas consensuais, nada de questão polêmica. Já que todos são contra a corrupção perguntem a ele sobre o mensalão do PT e nada sobre o mensalão do DEM, Paulo Preto...

Outros problemas da campanha:
O PSDB cadastrando pessoas para trabalhar na campanha. 50 reais por 4 horas. Os fiscais ficarão nas redondezas do local de votação. Claro que farão boca de urna se a vigilancia estiver fraca. Claro que estes que ganharão 50 reais votarão em Serra. Isto é compra de votos. Que se estabeleça uma quantidade para estes fiscais. Se bem que isto será inócuo. Eles pagarão os 50 reais ao eleitor a titulo de estarem contratando cabo eleitoral. 50 reais para cada eleitor o Serra pode bancar.Bilhões foram roubados. Roubam para voltar ao poder. Triste lógica.

...Brizola Neto sobre Dilma no JN..

Depois de ouvir o que intelectuais, artistas e, sobretudo, a fala de Leonardo Boff no encontro do Teatro Casagrande, chega a dar tristeza ter de comentar a entrevista que o Jornal Nacional fez com Dilma, hoje. Mas a gente, mesmo quando ouve o que são raciocínios graúdos, não podem fugir das miudezas torpes que faz o principal veículo de comunicação do país.
Assista aí em cima a entrevista. Paciência com os primeiros minutos, onde o Bonner tentar impingir a conversa do aborto – Dilma deveria ter lhe dado um fora, mas não deu. Mas, depois, quando a provocação passou para o tema Erenice, Dilma foi muito bem, e mostrou as diferenças éticas com Serra.
Dilma não é concisa e está visivelmente cansada. Se isso lhe tirou uma certa falta de concisão, não a fez deixar de ir muito bem.
O que faltou, e acho que falta todo o tempo – e está se tornando injustificável – é uma referência maior em Lula.
Espero que a semana final de TV recupere esta ausência.

O uso do Twitter na sala de aula

Do Estadão

Twitter chega à sala de aula como ferramenta para aprender técnica literária



Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos


Lais Cattassini, do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo

"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.

A técnica literária, conhecida como microconto, nanoconto ou miniconto, foi praticada pelos alunos do Colégio Hugo Sarmento no perfil @hs_micro_contos do Twitter.