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segunda-feira, 13 de setembro de 2010
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A velha imprensa
Por Emir Sader, na Carta Maior
Entre as tantas denominações que a imprensa atual tem merecido – PIG, imprensa mercantil, monopolista, oligárquica, entre outras -, creio que aquela escolhida pelo Rodrigo Viana – velha imprensa – é a mais adequada.
Não porque o novo seja necessariamente bom e o velho, ruim. Mas, neste caso, velho remete a algo ultrapassado por modalidades muito mais amplas, democráticas, pluralistas. Velho remete ao Brasil velho, antigo, tradicional, aquele construído pelas mãos das elites, como o país mais desigual do mundo. Um país com um sistema político democrático, conforme os cânones do liberalismo, mas que mal podia disfarçar de ser uma imensa ditadura econômica, social e cultural, em que uma pequena elite usufruía e transmitia a seus descendentes, a maioria esmagadora dos bens existentes.
A concentração dos meios de comunicação nas mãos de algumas poucas famílias, que fazem uma gestão totalitária do seu uso, a favor das suas opções políticas e necessidades econômicas, é parte indispensável da concentração de riquezas no Brasil. A imprensa foi parte do poder oligárquico ao longo de toda a historia do país, fazendo e desfazendo presidentes, participando da preparação de golpes – como o de 1964 – e apoiando regimes e governos ditatoriais – como o regime militar – e de direita – como os governos de Collor, de Itamar e de FHC.
Definia as pautas de discussão no país, escondendo, por sua vez, os problemas estruturais do Brasil, a favor dos interesses dos seus anunciantes, situados entre a elite minoritária, que se enriqueceu sempre à sombra dos governos – da ditadura às privatizações de FHC, passando pelas maracutaias do Collor.
Uma imprensa em que o povo não tem lugar, o povo e seus problemas, suas opiniões. Por isso seus leitores são, cada vez mais, reduzidos ao estreito círculo da burguesia e da classe média alta das grandes cidades. Por isso foi perdendo poder de influência, chegando hoje ao ridículo de conseguir apenas 4% de rejeição do governo, atacado por ela todos os dias, nos jornais, rádios e televisões. Arma as campanhas mais gigantescas, mas não altera a opinião dos eleitores, alimenta uma direita raivosa, mas isolada do povo.
O quer dizer que não siga causando muitos danos ao país. O Brasil não será um país realmente democrático, sem uma profunda democratização das formas de construção da opinião pública, dando espaço e tempo para todas as vozes que hoje se pronunciam amplamente na direção oposta da orientação dessa velha imprensa.
Nestas eleições, essa velha imprensa é uma das grandes derrotadas. Fica mais claro do que nunca que se constituíram em partido e são derrotados amplamente. Abre-se espaço para consolidar e estender os espaços da nova imprensa, com suas múltiplas formas de manifestação. Renovar e dar outra consistência à TV Brasil e a toda a rede de rádios e TVs estatais e publicas. Fomentar todas as formas alternativas de mídia – internet, rádios comunitárias, jornais locais, grátis e pagos.
Que floresçam todas as vozes do Brasil, um país em claro processo de democratização social, que precisa estender essa democratização derrotando de forma clara a velha imprensa, expressão de um país oligárquico e ditatorial e abrindo caminho também para uma democracia cultural, que tem na mídia uma de suas principais manifestações.
FONTE: Carta Maior
Entre as tantas denominações que a imprensa atual tem merecido – PIG, imprensa mercantil, monopolista, oligárquica, entre outras -, creio que aquela escolhida pelo Rodrigo Viana – velha imprensa – é a mais adequada.
Não porque o novo seja necessariamente bom e o velho, ruim. Mas, neste caso, velho remete a algo ultrapassado por modalidades muito mais amplas, democráticas, pluralistas. Velho remete ao Brasil velho, antigo, tradicional, aquele construído pelas mãos das elites, como o país mais desigual do mundo. Um país com um sistema político democrático, conforme os cânones do liberalismo, mas que mal podia disfarçar de ser uma imensa ditadura econômica, social e cultural, em que uma pequena elite usufruía e transmitia a seus descendentes, a maioria esmagadora dos bens existentes.
A concentração dos meios de comunicação nas mãos de algumas poucas famílias, que fazem uma gestão totalitária do seu uso, a favor das suas opções políticas e necessidades econômicas, é parte indispensável da concentração de riquezas no Brasil. A imprensa foi parte do poder oligárquico ao longo de toda a historia do país, fazendo e desfazendo presidentes, participando da preparação de golpes – como o de 1964 – e apoiando regimes e governos ditatoriais – como o regime militar – e de direita – como os governos de Collor, de Itamar e de FHC.
Definia as pautas de discussão no país, escondendo, por sua vez, os problemas estruturais do Brasil, a favor dos interesses dos seus anunciantes, situados entre a elite minoritária, que se enriqueceu sempre à sombra dos governos – da ditadura às privatizações de FHC, passando pelas maracutaias do Collor.
Uma imprensa em que o povo não tem lugar, o povo e seus problemas, suas opiniões. Por isso seus leitores são, cada vez mais, reduzidos ao estreito círculo da burguesia e da classe média alta das grandes cidades. Por isso foi perdendo poder de influência, chegando hoje ao ridículo de conseguir apenas 4% de rejeição do governo, atacado por ela todos os dias, nos jornais, rádios e televisões. Arma as campanhas mais gigantescas, mas não altera a opinião dos eleitores, alimenta uma direita raivosa, mas isolada do povo.
O quer dizer que não siga causando muitos danos ao país. O Brasil não será um país realmente democrático, sem uma profunda democratização das formas de construção da opinião pública, dando espaço e tempo para todas as vozes que hoje se pronunciam amplamente na direção oposta da orientação dessa velha imprensa.
Nestas eleições, essa velha imprensa é uma das grandes derrotadas. Fica mais claro do que nunca que se constituíram em partido e são derrotados amplamente. Abre-se espaço para consolidar e estender os espaços da nova imprensa, com suas múltiplas formas de manifestação. Renovar e dar outra consistência à TV Brasil e a toda a rede de rádios e TVs estatais e publicas. Fomentar todas as formas alternativas de mídia – internet, rádios comunitárias, jornais locais, grátis e pagos.
Que floresçam todas as vozes do Brasil, um país em claro processo de democratização social, que precisa estender essa democratização derrotando de forma clara a velha imprensa, expressão de um país oligárquico e ditatorial e abrindo caminho também para uma democracia cultural, que tem na mídia uma de suas principais manifestações.
FONTE: Carta Maior
Artigo Recomendado Por IV Avatar do Rio Meia Ponte: Debate: Serra se desespera e
Dilma não leva desafora para casa
Olá jose carlos lima,
A seguinte notícia do site Conversa Afiada - Debate: Serra se desespera e
Dilma não leva desafora para casa foi enviada para você por IV Avatar do Rio Meia Ponte (josecarloslima70@gmail.com)
Comentário:
N/A
Debate: Serra se desespera e
Dilma não leva desafora para casa
Postado Por redacao Em 13 de setembro de 2010 (9:07) Na Categoria Política
O Conversa Afiada reproduz aqui as observações de sua diretora, Geórgia Pinheiro, sobre o debate na Rede TV, neste domingo à noite.
(Enquanto se desenrolava o debate na Rede TV, este ordinário blogueiro trabalhava no Domingo Espetacular, programa que, semanalmente, contribui para desconstruir a liderança – provisória – da Globo).
Serra foi um desesperado.
Não tem uma idéia na cabeça.
Ele é a banda larga por onde passa o PiG (*).
Serra é só ódio – clique aqui para ler "um pacote vazio cheio de ódio".
Dilma não leva desafora para casa.
Disse e repetiu que essa história de sigilo ( por que o Serra não abre o sigilo da filha ?) e de lobby da Veja (e a Erenice abriu o sigilo dela e o do filho) não alcançam a campanha dela.
Até a Justiça Eleitoral, com a imparcial Dra Cureau, decidiu assim: clique aqui para ver o que a dra Cureau disse.
A Dilma falou várias vezes durante o debate: isso não tem nada a ver comigo.
Serra gaguejou quando foi falar do Lula.
Clique aqui para votar na trepidante enquete "Qual o slogan da campanha do Serra ?" – este ordinário blogueiro votou em "Esse Lula ainda me paga".
E Dilma colocou Serra no devido lugar: não tente me desqualificar.
Serra insistiu: todo mundo me conhece.
Por isso que ele vai perder a eleição no primeiro turno.
(É sempre assim. Os tucanos de São Paulo se acham melhores do que todo mundo, se acham predestinados a governar o Brasil – e o mundo, no caso do Farol de Alexandria. Na verdade, se o Otavinho sabe falar inglês, o Farol e o Serra não sabem.)
Na verdade, foi um debate do tipo 3 em 1.
A Marina (o que pensa a Mar ina ? Nada) e o Plínio trabalharam contra a Dilma.
Foi como a Heloisa Helena e outro traíra, o Cristóvão Buarque, na eleição passada: todos contra o Lula.
A colonista (**) Renata Lo Prete fez o que sempre faz no "Painel" da Folha (***): recebeu o Serra com tapete vermelho.
Fez uma pergunta agressivamente apropriada para dar ao jenio a oportunidade (que ele mais queria) de falar da quebra de sigilo da filha.
(Por falar nisso: a filha do Serra e a irmã do Dantas promoveram a maior quebra de sigilo da História da Civilização Ocidental, demonstrou o Leandro Fortes, na Carta Capital)
A média da audiência do debate da Rede TV deve ter sido muito parecida com a do debate da Band: entre dois e 3 pontos.
O Zé Baixaria, do alto de sua arrogância, sempre ach ou que ia derrotar o Lula e a Dilma no debate, no confronto de idéias, cara a cara.
Afinal, os tucanos de São Paulo são o orgulho da raça.
A última vez em que ele massacrou o Lula num debate foi em 2002.
Destruiu o Lula com o arrasador placar de 39% a 61%.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patr ão de colega. É esse pessoal aí.
(***) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da "ditabranda"; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de "bom caráter", porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
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N/A
Debate: Serra se desespera e
Dilma não leva desafora para casa
Postado Por redacao Em 13 de setembro de 2010 (9:07) Na Categoria Política
O Conversa Afiada reproduz aqui as observações de sua diretora, Geórgia Pinheiro, sobre o debate na Rede TV, neste domingo à noite.
(Enquanto se desenrolava o debate na Rede TV, este ordinário blogueiro trabalhava no Domingo Espetacular, programa que, semanalmente, contribui para desconstruir a liderança – provisória – da Globo).
Serra foi um desesperado.
Não tem uma idéia na cabeça.
Ele é a banda larga por onde passa o PiG (*).
Serra é só ódio – clique aqui para ler "um pacote vazio cheio de ódio".
Dilma não leva desafora para casa.
Disse e repetiu que essa história de sigilo ( por que o Serra não abre o sigilo da filha ?) e de lobby da Veja (e a Erenice abriu o sigilo dela e o do filho) não alcançam a campanha dela.
Até a Justiça Eleitoral, com a imparcial Dra Cureau, decidiu assim: clique aqui para ver o que a dra Cureau disse.
A Dilma falou várias vezes durante o debate: isso não tem nada a ver comigo.
Serra gaguejou quando foi falar do Lula.
Clique aqui para votar na trepidante enquete "Qual o slogan da campanha do Serra ?" – este ordinário blogueiro votou em "Esse Lula ainda me paga".
E Dilma colocou Serra no devido lugar: não tente me desqualificar.
Serra insistiu: todo mundo me conhece.
Por isso que ele vai perder a eleição no primeiro turno.
(É sempre assim. Os tucanos de São Paulo se acham melhores do que todo mundo, se acham predestinados a governar o Brasil – e o mundo, no caso do Farol de Alexandria. Na verdade, se o Otavinho sabe falar inglês, o Farol e o Serra não sabem.)
Na verdade, foi um debate do tipo 3 em 1.
A Marina (o que pensa a Mar ina ? Nada) e o Plínio trabalharam contra a Dilma.
Foi como a Heloisa Helena e outro traíra, o Cristóvão Buarque, na eleição passada: todos contra o Lula.
A colonista (**) Renata Lo Prete fez o que sempre faz no "Painel" da Folha (***): recebeu o Serra com tapete vermelho.
Fez uma pergunta agressivamente apropriada para dar ao jenio a oportunidade (que ele mais queria) de falar da quebra de sigilo da filha.
(Por falar nisso: a filha do Serra e a irmã do Dantas promoveram a maior quebra de sigilo da História da Civilização Ocidental, demonstrou o Leandro Fortes, na Carta Capital)
A média da audiência do debate da Rede TV deve ter sido muito parecida com a do debate da Band: entre dois e 3 pontos.
O Zé Baixaria, do alto de sua arrogância, sempre ach ou que ia derrotar o Lula e a Dilma no debate, no confronto de idéias, cara a cara.
Afinal, os tucanos de São Paulo são o orgulho da raça.
A última vez em que ele massacrou o Lula num debate foi em 2002.
Destruiu o Lula com o arrasador placar de 39% a 61%.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patr ão de colega. É esse pessoal aí.
(***) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da "ditabranda"; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de "bom caráter", porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
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IV Avatar do Rio Meia Ponte achou interessante esse conteúdo do site Brasilianas.Org e gostaria de compartilhá-lo com você. O padrão da revista Vejaby luisnassifDa Coluna TodaMidia, da Folha Clique aqui para saber mais sobre o nosso siteBala de prata 2 No site da "Veja", o blog de Reinaldo Azevedo, sobre a nova denúncia, postou que "Dilma diz que a oposição busca uma bala de prata" e comentou que "não dá para esquecer que a bala de prata é a única que mata bruxas e outros entes das trevas". |
Artigo Recomendado Por IV Avatar do Rio Meia Ponte: Erenice: o nome do meu filho
é Israel. Não é Verônica.
Olá jose carlos lima,
A seguinte notícia do site Conversa Afiada - Erenice: o nome do meu filho
é Israel. Não é Verônica. foi enviada para você por IV Avatar do Rio Meia Ponte (josecarloslima70@gmail.com)
Comentário:
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Erenice: o nome do meu filho
é Israel. Não é Verônica.
Postado Por redacao Em 13 de setembro de 2010 (9:11) Na Categoria Brasil
Paulo Henrique Amorim conversou por telefone na noite de domingo com a ministra Erenice Guerra.
Ela disse:
- não brigo para manter o sigilo fechado.
- o meu sigilo, o do meu filho e da minha família estão todos abertos.
- o meu filho se chama Israel e não Verônica.
- contratei Márcio Thomaz Bastos e ele vai me defender.
- vou às últimas consequências.
- vou processar a Veja.
- o meu cargo é temporário.
- mas sem a minha dignidade não posso viver.
- todos os meus sigilos estão abertos.
- não posso conviver com o que a Veja fez.
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Erenice: o nome do meu filho
é Israel. Não é Verônica.
Postado Por redacao Em 13 de setembro de 2010 (9:11) Na Categoria Brasil
Paulo Henrique Amorim conversou por telefone na noite de domingo com a ministra Erenice Guerra.
Ela disse:
- não brigo para manter o sigilo fechado.
- o meu sigilo, o do meu filho e da minha família estão todos abertos.
- o meu filho se chama Israel e não Verônica.
- contratei Márcio Thomaz Bastos e ele vai me defender.
- vou às últimas consequências.
- vou processar a Veja.
- o meu cargo é temporário.
- mas sem a minha dignidade não posso viver.
- todos os meus sigilos estão abertos.
- não posso conviver com o que a Veja fez.
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IV Avatar do Rio Meia Ponte achou interessante esse conteúdo do site Brasilianas.Org e gostaria de compartilhá-lo com você. O caso Elizabeth Mazza Nunesby luisnassifNassif, segui a dica que deram no seu twitter, sobre a Elizabeth Mazza. Clique aqui para saber mais sobre o nosso siteSeguindo o roteiro da técnica da mentira, pego alguns fatos verdadeiros 1. uma mulher da VPR foi morta em 68 2. foi morta por outra mulher da guerrilha, por acidente 3. os integrantes da guerrilha não falam sobre o assunto, pra não complicar a vida dos envolvidos. ... e junto com fantasias da minha cabeça, pronto. Eis a bala de prata, a ser divulgada no JN da véspera. Dilma é assassina e até que se desminta o golpe eleitoreiro, o estrago está feito. Imagino a lógica da Folha, repercutindo e tentando provar a existência da Chaleira de Russell, logo em seguida: "Já que não se pode provar que não é, é." Após 30 anos, morte de militante ainda é tabu para a esquerda Caso envolveu a estudante Elizabeth Mazza Nunes MARIO CESAR CARVALHO da Reportagem Local (Folha de S. Paulo - 5/7/98) |
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jose carlos lima achou interessante esse conteúdo do site Brasilianas.Org e gostaria de compartilhá-lo com você. Destrinchando a "bala de prata"by luisnassifNos bate-papos pelo Twitcam, tenho procurado explicar como se montam dossiês e falsificações de notícias na velha mídia. Clique aqui para saber mais sobre o nosso siteComo já relatei em minha série "O caso de Veja", e tenho feito em relação a inúmeras "denúncias" plantadas especialmente pela Veja, tendo a Folha a reboque, o centro dessas matérias é a confusão informacional. Juntam-se alguns fatos verdadeiros, porém não centrais, com suposições graves, porém não comprováveis e explicações técnicas incorretas, para esquentar as denúncias.É a chamada "mixórdia informacional", em que se jogam tantas informações desencontradas, descosturadas (muito por incapacidade de repórteres de juntar dados), que prevalece apenas a manchete. Depois, quando começa o questionamento sobre a veracidade das informações, apresentam-se os fatos verdadeiros, que não são suficientes para comprovar as acusações graves. Vamos a esse caso ANAC-MTA-Correios. |
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IV Avatar do Rio Meia Ponte achou interessante esse conteúdo do site Brasilianas.Org e gostaria de compartilhá-lo com você. Leitor de Blog é mais bem informado que jornalista do papelby luisnassifA cada dia que passa, mais se confirma a superioridade da informação dos leitores de blogs em relação aos que se valem exclusivamente da velha mídia. O fato mais comentado dos dois últimos dias foi a tal denúncia da Veja envolvendo o filho de Erenice Guerra, Ministra-Chefe da Casa Civil. Vamos a alguns pequenos exemplos: Caso Anac A Folha veio com a história de que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) renovou a licença da MTA, contra parecer contrário da diretoria. A blogosfera desmontou essa tese mostrando que a diretoria negou, por falta de documentação necessária; e renovou assim que a documentação foi apresentada. Hoje, os leitores da Folha recebem a seguinte informação (matéria não assinada): Solange Vieira, estendeu o prazo de concessão da MTA de três para dez anos, de forma monocrática, quatro dias após reunião da diretoria colegiada que deu parecer contrário à renovação. |
Matéria recomendado por IV Avatar do Rio Meia Ponte: Empresa acusada em reportagem da Veja nega existência de contrato
Olá jose carlos lima,
Seu amigo, IV Avatar do Rio Meia Ponte, recomendou esta matéria com título 'Empresa acusada em reportagem da Veja nega existência de contrato' para você.
Empresa acusada em reportagem da Veja nega existência de contrato
Publicada por Luiz Carlos Azenha em 12 de setembro de 2010 (21:53) na Política

Curioso, isso. A reportagem-denúncia da revista Veja contra Erenice Guerra, que analisarei com maior cuidado nas próximas horas, tem como espinha-dorsal a publicação de um contrato. Teria acontecido no fechamento dele o pagamento de propina.
Porém, a empresa Via Net nega a existência do contrato reproduzido pela revista:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
VIA NET EXPRESS TRANSPORTES LTDA, empresa de direito privado inscrita no CNPJ 02.701.816/0001-78, por seu advogado abaixo subscrito, vem esclarecer o que segue:
Em reportagem veiculada pela Revista Veja e demais meios de comunicação, a empresa Via Net Express Transportes Ltda é citada em reportagens que circularam nesse fim de semana.
Cumpre esclarecer que o sr. Fabio Baracat nunca foi sócio, procurador ou gestor, e tampouco pertenceu algum dia ao quadro de funcionários da empresa, fatos esses que podem facilmente ser comprovados.
A Via Net Express não conhece o contrato apresentado na reportagem, não assinou esse suposto contrato, não conhece a Capital Assessoria, não conhece seus sócios, nunca manteve qualquer contato e qualquer tipo de relação comercial com a mesma.
Por fim cumpre informar que a Via Net Express não possui nenhum tipo de contrato de prestação de serviços com o Correio, nem compra serviços de tranpostre aéreo nas aeronaves do Correio.
Para os transportes das mercadorias dos clientes da Via Net Express, esta utiliza as ofertas das cias aéreas disponíveis no mercado.
A Via Net Express, diante de todos esses fatos e principalmente das publicações envolvendo o seu nome buscará os esclarecimentos necessários, para em seguida adotar as medidas judiciais cabiveis.
São Paulo, 12 de setembro de 2010
Via Net Express Transportes Ltda.
Marcos Paulo Baronti de Souza
Matéria tirada do Viomundo - O que você não vê na mídia - http://www.viomundo.com.br
Link da matéria: http://www.viomundo.com.br/politica/empresa-acusada-em-reportagem-da-veja-nega-contrato.html
Seu amigo, IV Avatar do Rio Meia Ponte, recomendou esta matéria com título 'Empresa acusada em reportagem da Veja nega existência de contrato' para você.
Empresa acusada em reportagem da Veja nega existência de contrato
Publicada por Luiz Carlos Azenha em 12 de setembro de 2010 (21:53) na Política

Curioso, isso. A reportagem-denúncia da revista Veja contra Erenice Guerra, que analisarei com maior cuidado nas próximas horas, tem como espinha-dorsal a publicação de um contrato. Teria acontecido no fechamento dele o pagamento de propina.
Porém, a empresa Via Net nega a existência do contrato reproduzido pela revista:
NOTA DE ESCLARECIMENTO
VIA NET EXPRESS TRANSPORTES LTDA, empresa de direito privado inscrita no CNPJ 02.701.816/0001-78, por seu advogado abaixo subscrito, vem esclarecer o que segue:
Em reportagem veiculada pela Revista Veja e demais meios de comunicação, a empresa Via Net Express Transportes Ltda é citada em reportagens que circularam nesse fim de semana.
Cumpre esclarecer que o sr. Fabio Baracat nunca foi sócio, procurador ou gestor, e tampouco pertenceu algum dia ao quadro de funcionários da empresa, fatos esses que podem facilmente ser comprovados.
A Via Net Express não conhece o contrato apresentado na reportagem, não assinou esse suposto contrato, não conhece a Capital Assessoria, não conhece seus sócios, nunca manteve qualquer contato e qualquer tipo de relação comercial com a mesma.
Por fim cumpre informar que a Via Net Express não possui nenhum tipo de contrato de prestação de serviços com o Correio, nem compra serviços de tranpostre aéreo nas aeronaves do Correio.
Para os transportes das mercadorias dos clientes da Via Net Express, esta utiliza as ofertas das cias aéreas disponíveis no mercado.
A Via Net Express, diante de todos esses fatos e principalmente das publicações envolvendo o seu nome buscará os esclarecimentos necessários, para em seguida adotar as medidas judiciais cabiveis.
São Paulo, 12 de setembro de 2010
Via Net Express Transportes Ltda.
Marcos Paulo Baronti de Souza
Matéria tirada do Viomundo - O que você não vê na mídia - http://www.viomundo.com.br
Link da matéria: http://www.viomundo.com.br/politica/empresa-acusada-em-reportagem-da-veja-nega-contrato.html
domingo, 12 de setembro de 2010
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IV Avatar do Rio Meia Ponte achou interessante esse conteúdo do site Brasilianas.Org e gostaria de compartilhá-lo com você. Veja publicou a própria prova do (seu) crimeby luisnassif Vamos conferir direitinho o método de reportagem do Diego Escosteguy e da Veja.Como expliquei no Twitcam, o jogo da manipulação consiste em pegar um conjunto de informações soltas, depois compor um roteiro à vontade do freguês, uma peça de ficção mas que contenha alguns ingredientes reais. Como fez o Diego? |
Artigo Recomendado Por IV Avatar do Rio Meia Ponte: Não dura 24 horas a última baixaria do Zé.
Erenice abre o sigilo dela e da família.
Olá SPIN,
A seguinte notícia do site Conversa Afiada - Não dura 24 horas a última baixaria do Zé.
Erenice abre o sigilo dela e da família. foi enviada para você por IV Avatar do Rio Meia Ponte (mensariodemarte@gmail.com)
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Não dura 24 horas a última baixaria do Zé.
Erenice abre o sigilo dela e da família.
Postado Por redacao Em 12 de setembro de 2010 (10:00) Na Categoria Política
Clique aqui para ler "Ley de Medios ou a presidenta Dilma cai".
Em tempo: por que o Eduardo Jorge não segue a Ministra Erenice e abre o sigilo dele ? E a filha do Serra ? Tem alguma maracutaia lá dentro ? – PHA
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da "ditabranda"; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de "bom caráter", porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
A seguinte notícia do site Conversa Afiada - Não dura 24 horas a última baixaria do Zé.
Erenice abre o sigilo dela e da família. foi enviada para você por IV Avatar do Rio Meia Ponte (mensariodemarte@gmail.com)
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Erenice abre o sigilo dela e da família.
Postado Por redacao Em 12 de setembro de 2010 (10:00) Na Categoria Política
O Zé Baixaria usou na propaganda eleitoral um detrito de maré baixa despejado pela revista Veja, esta semana.
É o desespero na forma mais explicita.
E a repetição de um padrão na carreira do Zé Baixaria.
Ele e o PiG (*) são uma entidade só.
A Veja o considera "a elite da elite".
O Zé Baixaria usa a "denúncia" no programa eleitoral gratuito.
E o PiG (*) "repercute.
Está na primeira página da Folha (**).
A Folha chega ao ponto supremo de entrevistar o espião do regime militar que fazia a campanha da Dilma.
Até as eleições, a Folha (**) vai entrevistar o torturador da Dilma para saber como ela se comportava sob pressão.
Para saber se ela estará à altura da Presidência.
A Folha (**), amigo navegante, ainda não chegou ao fundo do poço.
O Estadão também "repercute" a Veja, na primeira página.
(As últimas munições chegam ao fim.)
O jornal nacional, inexplicavelmente, não "repercutiu", ontem.
Será medo de um processo judicial ?
Será incompetência: não reagir a tempo diante de uma notícia de ultima hora ?
É o que veremos nas próximas atividades golpistas dos telejornais da Globo.
Antes que o galo abrisse a madrugada, a resposta ao odor que exalava da vala negra que corta a redação da Veja se manifestou:
É o desespero na forma mais explicita.
E a repetição de um padrão na carreira do Zé Baixaria.
Ele e o PiG (*) são uma entidade só.
A Veja o considera "a elite da elite".
O Zé Baixaria usa a "denúncia" no programa eleitoral gratuito.
E o PiG (*) "repercute.
Está na primeira página da Folha (**).
A Folha chega ao ponto supremo de entrevistar o espião do regime militar que fazia a campanha da Dilma.
Até as eleições, a Folha (**) vai entrevistar o torturador da Dilma para saber como ela se comportava sob pressão.
Para saber se ela estará à altura da Presidência.
A Folha (**), amigo navegante, ainda não chegou ao fundo do poço.
O Estadão também "repercute" a Veja, na primeira página.
(As últimas munições chegam ao fim.)
O jornal nacional, inexplicavelmente, não "repercutiu", ontem.
Será medo de um processo judicial ?
Será incompetência: não reagir a tempo diante de uma notícia de ultima hora ?
É o que veremos nas próximas atividades golpistas dos telejornais da Globo.
Antes que o galo abrisse a madrugada, a resposta ao odor que exalava da vala negra que corta a redação da Veja se manifestou:
Dilma diz que denúncia contra Erenice é coisa do Zé Baixaria tentando “bala de prata”
“Estão procurando uma bala de prata”, afirmou Dilma Rousseff, na tarde deste sábado (11), sobre as últimas denúncias contra a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra.
Antes da visita ao vice-presidente José Alencar, hospitalizado, Dilma conversou com jornalistas e rebateu as críticas de seu oponente José Serra (PSDB) a sua campanha a partir da reportagem da revista Veja.
“Eu acho que o meu adversário tem perdido todas as estribeiras… periga passar as eleições chamado de caluniador”, advertiu Dilma. A candidata garantiu ter mantido pouco contato com Erenice e que não conhece os empresários citados como próximos à ministra da Casa Civil. “Até hoje ela tem a minha confiança… Estou fora do governo há três meses e não tenho acompanhado o dia a dia do ministério, mas tenho certeza de que tudo que foi dito será apurado (referindo-se às denúncias) e, se alguém errou, será punido”, disse.
Dilma disse que estão fazendo coisas “do arco da velha”. “Espero que essa campanha não se paute por isso”, comentou a ex-ministra, sobre a onda de baixarias. (Do Portal Terra)
sábado, 11 de setembro de 2010
Nota à Imprensa – Casa Civil
Sobre a matéria caluniosa da revista VEJA, buscando atingir-me em minha honra, bem como envolver familiares meus, cumpre-me informar:
1) procurados pelo repórter autor das aleivosias, fornecemos – tanto eu quanto os meus familiares – as respostas cabíveis a cada uma de suas interrogações. De nada adiantou nosso procedimento transparente e ético, já que tais esclarecimentos foram, levianamente, desconhecidos;
2) sinto-me atacada em minha honra pessoal e ultrajada pelas mentiras publicadas sem a menor base em provas ou em sustentação na verdade dos fatos, cabendo-me tomar as medidas judiciais cabíveis para a reparação necessária. E assim o farei. Não permitirei que a revista VEJA, contumaz no enxovalho da honra alheia, o faça comigo sem que seja acionada tanto por DANOS MORAIS quanto para que me garanta o DIREITO DE RESPOSTA;
3) como servidora pública sinto-me na obrigação, desde já, de colocar meus sigilos fiscal, bancário e telefônico, bem como o de TODOS os integrantes de minha família, a disposição das autoridades competentes para eventuais apurações que julgarem necessárias para o esclarecimento dos fatos;
4) lamento, por fim, que o processo eleitoral, no qual a citada revista está envolvida da forma mais virulenta e menos ética possível, propicie esse tipo de comportamento e a utilização de expediente como esse, em que se publica ataque à honra alheia travestido de material jornalístico sem que se veicule a resposta dos ofendidos.
Brasília, 11 de setembro de 2010.
Erenice Guerra
Ministra-Chefe da Casa Civil da Presidência da República
A revista usa como fonte um tal de Fábio Baracat, apresentado como se fosse dono da empresa Via Net Express Transporte Ltda.
Não existe esse dono na empresa.
Chamou atenção o próprio contrato publicado na revista mostrar outro signatário pela empresa: Antonio Waldir Mendonça.
Bem… talvez, o tal Baracat poderia ser um sócio…
Mas, consultando os registros públicos da junta comercial de São Paulo (*), não existe e nunca existiu nenhum sócio com nome de Fábio e nem com sobrenome de Baracat.
A reportagem da revista Veja é uma farsa, uma fraude.
É coisa de gente criminosa falsificando um escândalo para querer eleger José Serra (PSDB) com mentiras e difamação dos adversários.
(*) Atenção demo-tucanos e turma de José Serra que lêem o blog: não há nenhuma quebra de sigilo na obtenção destas informações. Podem ser consultada no link:
http://www.jucesponline.sp.gov.br/pesquisa.aspx
Jornal Nacional, Jornal da Band e da Record estão avisados da farsa
Vamos ver se e como estes telejornais vão repercutir a notícia.
Enviei mensagem para as redações, com esta notícia que desmente a Veja, e com link para a documentação.
Se mantiverem a farsa, não terão desculpa e estarão assumindo cumplicidade no golpe midiático.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Fui foi surpreendido com a matéria publicada na revista Veja neste sábado, razão pela qual decidi me pronunciar e rechaçar oficialmente as informações ali contidas.
Primeiramente gostaria de esclarecer que não sou e não fui funcionário, representante da empresa Vianet, ou a representei em qualquer assunto comercial, como foi noticiado na reportagem. Apenas conheço a empresa e pessoas ligadas a ela, assim como diversos outros empresários do setor.
Destaco também que não tenho qualquer relacionamento pessoal ou comercial com a Ministra Erenice Guerra, embora tivesse tido de fato a conhecido, jamais tratei de qualquer negócio privado ou assuntos políticos com ela.
Acerca da MTA, há 3 meses não tenho qualquer relacionamento com a empresa, com a qual tão somente mantive tratativas para compra.
Importante salientar que durante o período em que mantive as conversas com a mencionada empresa aérea atuei na defesa de seus interesses, porém o fiz exclusivamente no âmbito comercial, ficando as questões jurídicas a cargo da própria empresa e sua equipe.
Inicialmente, quando procurado pela reportagem da revista Veja, os questionamentos feitos eram no sentido de esclarecer a relação da MTA com o Coronel Artur, atual Diretor de Operações dos Correios, em razão de matéria jornalística em diversos periódicos, nesta oportunidade ratifiquei o posicionamento de que embora tivesse conhecimento de alguns assuntos que refletiam no segmento comercial da empresa (que de fato atuava), não podia afirmar categoricamente a extensão do vínculo dela com o Coronel Artur.
Durante o período em que atuei na defesa dos interesses comerciais da MTA, conheci Israel Guerra, como profissional que atuava na organização da documentação da empresa para participar de licitações, cuja remuneração previa percentual sobre eventual êxito, o qual repita-se, não era garantido e como já esclarecido, eu não tinha o poder de decisão da empresa MTA.
Enfim, na medida que a MTA aumentava sua participação no mercado, a aquisição da empresa se tornava mais onerosa para mim, até que culminou, além de parecer legal negativo, na inviabilidade econômica do negócio.
Acredito que tenha contribuído com o esclarecimento dos fatos, na certeza de que fui mais uma personagem de um joguete político-eleitoral irresponsável do qual não participo, porém que afetam famílias e negócios que geram empregos.
São Paulo,11 de setembro de 2010..
Fabio Baracat
Em tempo: por que o Eduardo Jorge não segue a Ministra Erenice e abre o sigilo dele ? E a filha do Serra ? Tem alguma maracutaia lá dentro ? – PHA
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Folha é um jornal que não se deve deixar a avó ler, porque publica palavrões. Além disso, Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele achou da investigação; da "ditabranda"; da ficha falsa da Dilma; que veste FHC com o manto de "bom caráter", porque, depois de 18 anos, reconheceu um filho; que avacalha o Presidente Lula por causa de um comercial de TV; que publica artigo sórdido de ex-militante do PT; e que é o que é, porque o dono é o que é; nos anos militares, a Folha emprestava carros de reportagem aos torturadores.
O ATAQUE DOS PÁSSAROS
Por Luis Nassif, em seu blog
A ombudsman da Folha e o Twitter
OMBUDSMAN
SUZANA SINGER - ombudsman@uol.com.br @folha_ombudsman
A manchete de domingo desencadeou uma onda anti-Folha no Twitter, que o jornal ignorou
A FOLHA VEM se dedicando a revirar vida e obra de Dilma Rousseff. Foi à Bulgária conversar com parentes que nem a candidata conhece, levantou a fase brizolista da ex-ministra, suas convicções teóricas e até uma loja do tipo R$ 1,99 que ela teve com uma parente no Sul. Tudo isso faz sentido, já que Dilma pode se tornar presidente do Brasil já no primeiro escrutínio que disputa.
Mas, no domingo passado, o jornal avançou o sinal ao colocar na manchete "Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma".
O problema nem era a reportagem, que questionava a falta de iniciativa do Ministério de Minas e Energia para mudar uma lei que acabava por beneficiar com isenção na conta de luz quem não precisava.
Colocar uma lupa nas gestões da candidata do governo é uma excelente iniciativa, mas dar tamanho destaque a um assunto como este não se justifica jornalisticamente.
Foi iniciativa de Dilma criar a tal Tarifa Social? Não, foi instituída no governo Fernando Henrique Cardoso. É fácil mexer com um benefício social? Não, o argumento de que faltava um cadastro de pobres que permitisse identificar apenas os que mereciam a benesse faz muito sentido. Existe alguma suspeita de desvio de verbas? Nada indica.
O lide da reportagem dava um peso indevido ao que se tinha apurado. Dizia que a propaganda eleitoral apresenta a candidata do PT como uma "eficiente gestora", mas que "um erro coloca em xeque essa imagem". Essa tem que ser uma conclusão do leitor, não do jornalista.
Uma manchete forçada como a da conta de luz, somada a todo o noticiário sobre o escândalo da Receita, desequilibrou a cobertura eleitoral. Dilma está bem à frente nas pesquisas de intenção de voto e isso é suficiente para que se dê mais atenção a ela do que a seu concorrente, mas, há dias, José Serra só aparece na Folha para fazer "denúncias". Nada sobre seu governo recente em São Paulo. Nada sobre promessas inatingíveis, por exemplo.
Os leitores perceberam a assimetria. Durante a semana, foram 194 mensagens à ombudsman protestando contra o noticiário, mas o maior ataque ocorreu no Twitter, a rede social simbolizada por um pássaro azul, que reúne pessoas dispostas a dizerem o que pensam em 140 caracteres. Até quinta-feira passada, tinham sido postadas mais de 45 mil mensagens anti-Folha.
CRIATIVIDADE
Os internautas inventaram manchetes absurdas sobre a candidata de Lula: "Empresa de Dilma forneceu a antena para o iPhone 4", "Dilma disse para Paulo Coelho, há 20 anos: continue a escrever, rapaz, você tem talento!", "Serra lamenta: a Dilma me indicou o Xampu Esperança" e "Errar é humano. Colocar a culpa na Dilma está no Manual de Redação da Folha".
O movimento batizado de #Dilmafactsbyfolha virou um dos assuntos mais populares ("trending topics") do Twitter em todo o mundo, impulsionado, em parte, pela militância política -segundo levantamento da Bites, empresa de consultoria de planejamento estratégico em redes sociais, 11 mil tuítes usaram um #ondavermelha, respondendo a um chamamento da campanha do PT na rede. Até o candidato a governador Aloizio Mercadante elogiou quem engrossou o coro contra o jornal.
Mas é um erro pensar que apenas zumbis petistas incitados por lideranças botaram fogo no Twitter. O partido não chegou a esse nível de competência computacional.
Na manada anti-Folha, havia muito leitor indignado, gente que não queria perder a piada, além de velhos ressentidos com o jornal.
Não dá para desprezar essa reação e a Folha fez isso. Não respondeu aos internautas no Twitter e não noticiou o fenômeno. O "Cala Boca Galvão" durante a Copa virou notícia. No primeiro debate eleitoral on-line, feito por Folha/UOL em agosto, publicou-se com orgulho que o evento tinha sido um "trending topic". Não dá para olhar para as redes sociais apenas quando interessa.
A Folha deveria retomar o equilíbrio na sua cobertura eleitoral e abrir espaço para vozes dissonantes. O apartidarismo -e não ter medo de crítica- sempre foram características preciosas deste jornal.
FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-ombudsman-da-folha-e-o-twitter
A ombudsman da Folha e o Twitter
OMBUDSMAN
SUZANA SINGER - ombudsman@uol.com.br @folha_ombudsman
A manchete de domingo desencadeou uma onda anti-Folha no Twitter, que o jornal ignorou
A FOLHA VEM se dedicando a revirar vida e obra de Dilma Rousseff. Foi à Bulgária conversar com parentes que nem a candidata conhece, levantou a fase brizolista da ex-ministra, suas convicções teóricas e até uma loja do tipo R$ 1,99 que ela teve com uma parente no Sul. Tudo isso faz sentido, já que Dilma pode se tornar presidente do Brasil já no primeiro escrutínio que disputa.
Mas, no domingo passado, o jornal avançou o sinal ao colocar na manchete "Consumidor de luz pagou R$ 1 bi por falha de Dilma".
O problema nem era a reportagem, que questionava a falta de iniciativa do Ministério de Minas e Energia para mudar uma lei que acabava por beneficiar com isenção na conta de luz quem não precisava.
Colocar uma lupa nas gestões da candidata do governo é uma excelente iniciativa, mas dar tamanho destaque a um assunto como este não se justifica jornalisticamente.
Foi iniciativa de Dilma criar a tal Tarifa Social? Não, foi instituída no governo Fernando Henrique Cardoso. É fácil mexer com um benefício social? Não, o argumento de que faltava um cadastro de pobres que permitisse identificar apenas os que mereciam a benesse faz muito sentido. Existe alguma suspeita de desvio de verbas? Nada indica.
O lide da reportagem dava um peso indevido ao que se tinha apurado. Dizia que a propaganda eleitoral apresenta a candidata do PT como uma "eficiente gestora", mas que "um erro coloca em xeque essa imagem". Essa tem que ser uma conclusão do leitor, não do jornalista.
Uma manchete forçada como a da conta de luz, somada a todo o noticiário sobre o escândalo da Receita, desequilibrou a cobertura eleitoral. Dilma está bem à frente nas pesquisas de intenção de voto e isso é suficiente para que se dê mais atenção a ela do que a seu concorrente, mas, há dias, José Serra só aparece na Folha para fazer "denúncias". Nada sobre seu governo recente em São Paulo. Nada sobre promessas inatingíveis, por exemplo.
Os leitores perceberam a assimetria. Durante a semana, foram 194 mensagens à ombudsman protestando contra o noticiário, mas o maior ataque ocorreu no Twitter, a rede social simbolizada por um pássaro azul, que reúne pessoas dispostas a dizerem o que pensam em 140 caracteres. Até quinta-feira passada, tinham sido postadas mais de 45 mil mensagens anti-Folha.
CRIATIVIDADE
Os internautas inventaram manchetes absurdas sobre a candidata de Lula: "Empresa de Dilma forneceu a antena para o iPhone 4", "Dilma disse para Paulo Coelho, há 20 anos: continue a escrever, rapaz, você tem talento!", "Serra lamenta: a Dilma me indicou o Xampu Esperança" e "Errar é humano. Colocar a culpa na Dilma está no Manual de Redação da Folha".
O movimento batizado de #Dilmafactsbyfolha virou um dos assuntos mais populares ("trending topics") do Twitter em todo o mundo, impulsionado, em parte, pela militância política -segundo levantamento da Bites, empresa de consultoria de planejamento estratégico em redes sociais, 11 mil tuítes usaram um #ondavermelha, respondendo a um chamamento da campanha do PT na rede. Até o candidato a governador Aloizio Mercadante elogiou quem engrossou o coro contra o jornal.
Mas é um erro pensar que apenas zumbis petistas incitados por lideranças botaram fogo no Twitter. O partido não chegou a esse nível de competência computacional.
Na manada anti-Folha, havia muito leitor indignado, gente que não queria perder a piada, além de velhos ressentidos com o jornal.
Não dá para desprezar essa reação e a Folha fez isso. Não respondeu aos internautas no Twitter e não noticiou o fenômeno. O "Cala Boca Galvão" durante a Copa virou notícia. No primeiro debate eleitoral on-line, feito por Folha/UOL em agosto, publicou-se com orgulho que o evento tinha sido um "trending topic". Não dá para olhar para as redes sociais apenas quando interessa.
A Folha deveria retomar o equilíbrio na sua cobertura eleitoral e abrir espaço para vozes dissonantes. O apartidarismo -e não ter medo de crítica- sempre foram características preciosas deste jornal.
FONTE: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-ombudsman-da-folha-e-o-twitter
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Vamos conferir direitinho o método de reportagem do Diego Escosteguy e da Veja.
