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domingo, 30 de maio de 2010

A Bacia do Rio Goiana e suas cidades-Estados

Várias cidades, um verdadeiro Estado, diz respeito à bacia do Rio Goiana.
É é muita coisa para se falar em termos de PE.
A cidade de Garanhauns pertence a qual rio?
Alguém poderia fazer este recorte,,,impossível rodar por todos os rios,,,tomara que o Nassif mude esta série para “Raio X dos Rios”
Quem sabe depois dela ele não dará espaço para levantarmos o acervo dos rios,,é muita coisa,,,não podemos deixar de lado o Rio Nilo, no Egito
qual rio banha Garanhauns, a cidade
Não posso ficar restrito à cidade de Goiana, outras cidades fazem parte da Bacia do Rio Goiana,,
No entanto as pessoas estão extremamente equivocadas ao falarem apenas da cidade onde mora sem perceber que ela faz parte de uma cultura espandida através do rio, os afluentes, a bacia como um todo, tudo bem, entendo, esta visão distorcida da realidade decorre de uma insana disposição espacial do mundo, não se sabe porque estabeleceu-se esta realidade territorial quando os rios sim, deveriam ser, e são a nossa realidade espacial,,percebi esta deformação ao visitar o Portal de Goiana,,isto será mudado com os ensinamento do IV Avatar, a sua cosmogonia será levada aos 4 cantos do planeta, pois que está bem à frente destes ambientalismos furados que existem por aí tão somente visando poder e nada mais

http://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Goiana

Eu sei,,não posso falar tudo sobre o Rio Goiana,, isto porque tenho que dedicar-me a uma monografia, o tempo está se esgotando,,a não ser que eu encontre coisas da minha pesquisa nesta minha andança por Goiana,,quem sabe,,,o assunto da minha monografia é “Lei Orgânica da Previdência Social – Amparo aos Idosos e Deficientes”
Fosse uma pesquisa de campo, seria uma maravilha mas, não custa nada procurar doutrina, julgados, debates sobre este assunto nas minhas andanças pela bacia do Rio Goiana que, é claro, não diz respeito apenas à cidade de Goiana.
A conferir

“A área da bacia do rio Goiana engloba 26 municípios, dentre os quais 9: estão totalmente inseridos na bacia Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Condado, Ferreiros, Machados, Nazaré da Mata, Timbaúba e Vicência);11 possuem sede na bacia (Bom Jardim, Carpina, Goiana, Itambé, Itaquitinga, João Alfredo, Lagoa do Carro, Macaparana e Tracunhaém); e 6 estão parcialmente inseridos (Araçoiaba, Casinhas, Igarassu, Limoeiro, Paudalho e Salgadinho).”
Segue link para a Bacia do Rio Goiana,,muito bom,,,
Pára de preguiça,,conheça
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Goiana

Você viu né, uma verdadeira província a Bacia do Rio Goiana,,não entendo estes Estados enormes,,,o Marãnhão deveria ser dividido conforme os rios, o Pará também,,Pernambuco…os rios sim, são a verdadeira ralidade,,os rios deveriam ser mais levados em conta. Antes de se construir uma cidade deveriam, é claro, construir a ETE – Estação de Tratamento de Esgoto para que, a água limpa vinda do rio voltasse para lá limpa.
No entanto a roubalheira não deixa.
Vejamos São Paulo – Rio Tietê
É assim mesmo que o IV Avatar escreve os nomes das cidades,,,elas tem sobrenomes,,o sobrenome da cidade é o rio que banha,,,daí São Paulo do Tietê
Rio de Janeiro do Guandu.,..
Voltando ao assunto,,,o governo de SP recebeu bilhões de reais para constriuir a ETE do Rio Tietê e nada.
Cadê o dinheiro?

Camutanga é mais uma das cidades do Rio Goiana

“O nome do município é de origem indígena e significa uma espécie de Vespa ou Papagaio de várias cores. Seus primeiros habitantes também chamavam a região de Caanga que quer dizer casa de maribondos.’

http://pt.wikipedia.org/wiki/Camutanga

História goianense desde o período colonial aos nossos dias

1 – Música

Banda Curica

Banda centenária de Goiana ensina música a crianças e adolescentes
A banda marcial Curica, fundada em 1847, é a mais antiga em atividade na América Latina e recebeu em 2006 o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A sede da Sociedade Musical Curica fica ao lado da Igreja e Nossa Senhora dos Homens Pretos, no centro de Gioana, Zona da Mata do estado.
da Redação do pe360graus.com

A banda marcial Curica, fundada em 1847, é a mais antiga em atividade na América Latina e recebeu em 2006 o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A sede da Sociedade Musical Curica fica ao lado da Igreja e Nossa Senhora dos Homens Pretos, no centro de Gioana, Zona da Mata do estado.

“Curica é o nome de um pássaro da Amazônia”, explica o professor do grupo Alexandro Vicente de Araújo. “Antigamente, o povo dizia que, quando a banda tocava, soava como esse pássaro”, afirma. Mas, além da tradição, o que mais orgulha os moradores de Goiana é o trabalho da banda ensinando música a crianças e adolescentes.

São, ao todo, 50 estudantes. Todo o projeto é mantido com apenas R$ 1 500 doados pelo Governo do Estado. “É um projeto social. A gente não tem verbas para a função (de maestro), mas consegue vitórias com essas crianças, que têm um futuro promissor”, afirma o maestro Cláudio João da Silva, músico da banda desde criança o regente.

Um dos orgulhos do maestro é o pequeno Diego Silva Veloso, dez anos de idade. Desde os sete ele participa da banda: “Meu pai é alfaiate, mas meu sonho é me tornar um grande músico. Minha família acredita que a música vai mudar minha vida”.

Fonte: G1

2- Arquitetura

O Centro Histórico de Goiana é considerado Patrimônio Histórico Nacional desde o ano de 1938.[7] A cidade possui oito igrejas seculares monumentais no centro, sem contar os prédios tombados e a arquitetura em que eles foram construídos, a cidade foi apelidada por esses motivos de “Milão Brasileira”.[8] A falta de conservação do patrimônio histórico de Goiana já foi discutida diversas vezes mais nada até agora foi resolvido para conter as rachaduras, vidros quebrados e outros problemas nos prédios seculares.[104]

A Prefeitura de Goiana está localizada em um edifício com características históricas, situado na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca. A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos está localizada na mesma avenida da Prefeitura. É uma igreja em estilo barroco construída no século XVIII e declarada como Patrimônio Histórico Nacional, no ano de 1938.[7] A Igreja de Nossa Senhora do Amparo dos Homens Pardos foi construída no século XVIII, com estilo barroco, estilo que era muito utilizado naquela época para construções de igrejas. Nas suas dependências se encontra o Museu de Arte Sacra de Goiana e é considerada patrimônio histórico nacional, que possui numerosas exposições de diferentes estilos, destacando o acervo de cerâmicas de Santos realizadas pelos artistas pernambucanos e as de Arte Sacra colecionadas entre os séculos XVII e XX.[7] A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos também foi construída em estilo barroco no ano de 1835 e declarada Patrimônio Histórico Nacional no ano de 1938,[7] igual aconteceu com a maioria de seus edifícios e igrejas da redondeza, inclusive a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que pertence ao convento de Santo Alberto dos Carmelitas e foi construída no século XVII, no mesmo século do Convento, o Convento foi construído também em estilo barroco no século XVII, em seu interior é possível se encontrar com uma importante coleção de imagens sacras dos séculos XVI e XVII.[7]

3- Política

De acordo com a Constituição de 1988, Goiana está localizada em uma república federativa presidencialista. A forma de Estado foi inspirada no modelo estadunidense, no entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica do Direito Positivo. O federalismo no Brasil é mais centralizado do que o federalismo estadunidense; os estados brasileiros têm menos autonomia do que os estados norte-americanos, especialmente quanto à criação de leis.[55]

Em Goiana, o Poder Executivo é representado pelo prefeito e gabinete de secretários, em conformidade ao modelo proposto pela Constituição Federal. O Poder Legislativo é constituído à câmara, composta por 10 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[56]). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Conquanto seja o poder de veto assegurado ao prefeito, o processo de votação das leis que se lhe opõem costuma gerar conflitos entre Executivo e Legislativo. O Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, por sua vez é responsável por interpretar a Constituição Federal. O município de Goiana, não possui assim, constituições próprias, em vez disso possui leis orgânicas.[57] O ex-prefeito Beto Gadelha, eleito no ano de 2004, teve o mandato cassado no ano de 2006 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder econômico nas eleições do ano de 2004, sendo substituído, temporariamente pelo presidente da câmara na época, Henrique Fenelon.[58] Houve, depois da cassação, novas eleições para prefeito, na qual o foi o mesmo Henrique Fenelon.[59]

4- História

A história de Goiana está muito ligada aos engenhos da região. Os goianenses participaram ativamente da Batalha das Heroínas de Tejucopapo (1646), da Revolução Pernambucana (1817), da Confederação do Equador (1824) e da Revolução Goianense (1825). A vila operária de Goiana é considerada a primeira da América Latina.[13] Goiana foi elevada à categoria de vila em 15 de janeiro de 1685, ganhou foros de cidade em 5 de maio de 1840 e de sede de município em 3 de agosto de 1892. Seu primeiro prefeito foi o Dr. Belarmino Correia de Oliveira.[14]

A origem mais provável do nome Goyanna é que venha da palavra em tupi-guarani “Guyanna”, que significa “terra de muitas águas”. O topônimo do município aparece pela primeira vez nos catálogos da Companhia de Jesus, em 1592, com o nome de aldeia de “Gueena”.[15] O mesmo documento, em 1606, registra-o com a grafia modificada para “Goyana” e, finalmente Goiana. O holandês Adolf de Varnhagen disse que Goiana é palavra de origem da língua tupi, que significa: gente estimada.[16] Outros filólogos divergem e dizem ter o significado de mistura ou parente e, ainda, Frei Vicente de Salvador, em 1627, definiu como sendo porto ou ancoradouro.[15]

(….)

Período colonial

A colonização jamais realizou os propósitos da empresa mercantil que impulsionou as navegações. Montada especificamente para a troca, ela operava sempre na pressuposição da existência de produção local, nas áreas com que mantinha a troca. O problema da colonização apresenta, assim, grandes dificuldades, uma vez que a estrutura econômica portuguesa não estava preparada para enfrentá-lo.[14] Nesse período, Goiana foi uma das principais produtoras de cana-de-açucar no estado de Pernambuco; o Rio Goiana, que corta a cidade, abrigava um importante porto, que escoava a produção do local.[18] Foi durante este período que Goiana foi, por diversas vezes, sede da capitania de Itamaracá, e permaneceu como segunda cidade mais importante do estado, até o fim deste período.[12]

A povoação foi elevada a freguesia em 1568 quando Diogo Dias, um cristão-novo de muitas posses, comprou de D. Jerônima de Albuquerque Sousa dez mil braças de terra próximas à atual cidade de Goiana, então Capitania de Itamaracá, estabelecendo um engenho fortificado no Vale do Rio Tracunhaém. Este colono foi alvo do ataque ao engenho Tracunhaém, em 1574, no qual índios potiguaras exterminaram toda a população do engenho. Este episódio provocou a extinção da capitania de Itamaracá e a criação da capitania da Paraíba.[14]

Em janeiro de 1640 defrontaram-se entre Goiana e a ilha de Itamaracá a esquadra de D. Fernando de Mascarenhas, conde da Torre, e a holandesa, comandada por Willen Corneliszoon, num combate que seria imortalizado em quatro gravuras de Frans Post.[14]

O “Abrigo dos Velhos”, fica localizado no antigo Convento da Soledade, construído em 1755No dia 24 de abril do ano de 1646, armadas com paus, pedras, panelas, pimenta e água fervente, as mulheres de Tejucopapo, atualmente distrito do município, venceram os holandeses que ameaçavam suas terras e famílias. Este evento é conhecido e retratado em filme denominado “Epopeia das Heroínas de Tejucupapo”, que no último domingo de abril é recontada a história, através de uma encenação teatral ao ar livre no marco histórico pelo Clube das Mães, na zona rural do município. A encenação mostra a vida de mulheres que lutaram contra os invasores e contra o preconceito, atraindo cerca de cinco mil pessoas em média por ano.[14]

Período imperial

Após a independência de Portugal em 7 de setembro de 1822, que resultou no fim do “Brasil Colônia” (1500-1822), o Brasil torna-se uma monarquia constitucional, período denominado “Brasil Império” (1822-1889). D. Pedro I retorna a Portugal para assegurar que sua filha assumisse o trono português. Após um período regencial, D. Pedro II, aos catorze anos de idade, é coroado o segundo imperador do Brasil.[19]

Banda Curica, a banda mais antiga em atividade na América Latina

No ano de 1859, Dom Pedro II, imperador do Brasil, visitou a cidade de Goiana, chegou acompanhado por uma comitiva com quase quinhentos cavaleiros. Na véspera todos os preparativos foram realizados para receber o monarca. O que havia de melhor nos engenhos foi trazido para o sobrado onde ele se hospedou. Foram à cidade pessoas das regiões circunvizinhas, atraídas pela visita do imperador. Dom Pedro II conheceu as igrejas e encantou-se com a beleza do Cruzeiro do Carmo, no centro.[14]

Ele chegou a visitar também o hospital, as repartições públicas, as escolas e elogiou o avanço dos alunos no latim. Mais tarde, ainda participou de solenidade na Igreja da Matriz, onde escutou a Banda Saboeira à porta depois seguiu para o Bairro do Tanquinho para ver como era feito o abastecimento de água da cidade e considerou a situação do porto fluvial aproveitando para discutir melhoramentos.[

(....)

Período republicano

Dom Pedro II foi deposto em 15 de novembro de 1889 por um golpe militar liderado pelo republicano Deodoro da Fonseca,[20] que se tornou o primeiro presidente de facto do país, através de ascensão militar. E permaneceu no cargo até o ano de 1891, quando assumiu a presidência o Marechal Floriano Peixoto, que foi considerado o consolidador da república.[21]

O primeiro ônibus de que se tem notícia no Brasil foi um veículo da marca francesa Panhard-Levassor, importado no ano 1900 pela Companhia de Transporte de Goiana,[22] que na época era a mais importante cidade de Pernambuco, depois da capital, Recife. Destinava-se o referido veículo ao transporte de passageiros entre Goiana e Recife pela histórica estrada de rodagem, hoje a BR-101.[23] No dia 23 de março de 1903, o veículo, com lotação de doze passageiros, fez sua primeira viagem, saindo do centro de Goiana e chegando até a cidade de Olinda, onde parava para o almoço. E seguiam da cidade de Olinda até o Recife levando mais uma hora para chegar ao destino. O ônibus não durou muito, pois uma viagem total, que teria setenta quilômetros, levava cerca de nove horas. E as viagens suburbanas custavam muito.[24]

O conjunto da Fiação de Tecidos Goiana – FITEG é composto da fábrica, da casa do proprietário e da vila operária, além de ser um importante marco da arquitetura do início do século XX, tem a peculiaridade de todas as edificações seguirem a mesma modulação: cada habitação representa um módulo, a que tanto a fábrica, quanto a casa do proprietário obedeceram, repetindo, no entanto, tantos módulos, quantos se fizeram necessários. As casas, estreitas, germinadas, com vão abrindo-se diretamente para os logradouros, são distribuídas em nove quadras, num total de 376 habitações.[livro 1] A fábrica foi fechada na década de 1980 depois de declarar a sua falência, deixando centenas de goianenses desempregados, e mesmo que foram discutidas medidas pelo governo, a fábrica realmente fez a declaração, demitindo, de pouco em pouco os trabalhadores..[25]

Nas últimas décadas do século XIX e início do XX, Goiana enfrentou graves problemas sociais advindos do desenvolvimento lento, desordenado, e com crescimento da periferia, dando assim origem a diversos bairros como a Nova Goiana e Flexeiras. No começo do século XX perdeu a posição de segunda cidade mais importante do estado de Pernambuco.

O rápido crescimento voltou depois do anúncio do Pólo Farmacoquímico, o crescimento anual nos anos anteriores era de menos de 1% por ano (1996-2007), e agora está em quase 2% (2008-2009).[3]

História recente

No final da década de 1990, surgiram rumores de que Goiana receberia um aeroporto internacional, mas foram esquecidos pela população no início do século XXI.

No ano de 2000, assumiu o prefeito Edval Soares, que criou a feira livre do bairro de Flexeiras, melhorando assim o comércio nos subúrbios do município.

No ano de 2004 assumiu a prefeitura o empresário Beto Gadelha, que oficializou a implantação do Polo Farmacoquímico de Pernambuco no município de Goiana.[28] Ele teve o mandato cassado pelo TSE no ano de 2006, tendo então que ser feita novas eleições no município.[29]

No então ano de 2006, assumiu a prefeitura, Henrique Fenelon, que foi reeleito no ano de 2008, sendo assim o primeiro prefeito reeleito da história de Goiana.[30] Na sua administração foi criado o Distrito Industrial de Goiana e a Novartis confirmou sua fábrica no Polo Farmacoquímico do estado.[31] A cidade ocupa atualmente a 52ª posição na lista das cidades mais violentas do país.[32]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Goiana

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