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domingo, 30 de maio de 2010

A história de Pernambuco


Eu sempre admimrei a história de pernambuco, seja na estratégia militar, as lutas iniciais desferidas por maltrapilhos, índicos, negros, etc
PE é isso
Das Ligas Camponeses
Povo lutador
Praia vermelha
Zumbi dos Palmares
Cabanos
A conferir,,,por ser bem grande o texto, cortei umas partes, ao final segue o link para a leitura completa, tem uma bela imagem da Ilha de Fernando de Noronha

” A História de Pernambuco

A História de Pernambuco começa antes do descobrimento do Brasil, quando o atual território do estado era povoado pelos índios tabajaras.

Período Colonial –

Capitania de Pernambuco – Em 1501, quando a expedição de Gaspar de Lemos funda feitorias no litoral da colônia portuguesa na América, tem início o processo de colonização de Pernambuco. (…)

Em1534, a capitania de Pernambuco foi doada a Duarte Coelho Pereira (….)

Em 1595, a já cobiçada capitania sofre um duro golpe. O corsário inglês James Lancaster toma o povoado do Recife de assalto e nele passa um mês saqueando as riquezas trazidas do interior. Zarpa com nada menos que quinze navios abarrotados pela pilhagem. Um dos maiores butins da história da pirataria.

Domínio holandês

Em 1630 a Companhia das Índias Ocidentais volta seus interesses para a mais promissora das capitanias da Colônia Portuguesa na América. (…)

1629-
Em 26 de dezembro de 1629 partia de São Vicente, Cabo Verde, uma esquadra com 66 embarcações e 7.280 homens em direção a Pernambuco. (…)

1630 -
Em fevereiro de 1630 foi avistada no horizonte pernambucano a armada flamenga, cuja maior parte dirigiu-se para o norte da capitania por estar o porto do Recife bem guarnecido por fortificações e peças de artilharia. O desembarque deu-se em Pau Amarelo. (…)

1654-

Até 1654, a capitania ficou sob o domínio holandês, através da Companhia das Índias Ocidentais, passando por importantes transformações culturais, econômicas e sociais no governo do conde Maurício de Nassau.

1645 –
Restauração Pernambucana
Em 15 de maio de 1645, reunidos no Engenho de São João, 18 líderes insurretos pernambucanos assinaram compromisso para lutar contra o domínio holandês no estado. Com o acordo assinado, começa o contra-ataque à invasão holandesa. A primeira vitória importante dos insurretos se deu no Monte das Tabocas, (hoje localizada no município de Vitória de Santo Antão) onde 1200 insurretos mazombos armados de armas de fogo, foices, paus e flechas derrotaram numa emboscada 1900 holandeses bem armados e bem treinados.

Mauritsstad, o Recife nassoviano.O sucesso deu ao líder Antônio Dias Cardoso o apelido de Mestre das Emboscadas. Os holandeses que sobreviveram seguiram para Casa Forte, sendo novamente derrotado pela aliança dos mazombos, índios nativos e escravos negros. Recuaram novamente para as casas-forte em Cabo de Santo Agostinho, Pontal de Nazaré, Sirinhaém, Rio Formoso, Porto Calvo e Forte Maurício, sendo sucessivamente derrotados pelos insurretos. Por fim, Olinda foi recuperada pelos rebeldes. Cercados e isolados pelos rebeldes numa faixa que ficou conhecida como Nova Holanda, indo de Recife a Itamaracá, os invasores começaram a sofrer com a falta de alimentos, o que os levou a atacar plantações de mandioca nas vilas de São Lourenço, Catuma e Tejucupapo.

1646 -
Em 24 de abril de 1646, ocorreu a famosa Batalha de Tejucupapo, onde mulheres camponesas armadas de utensílios agrícolas e armas leves expulsaram os invasores holandeses, humilhando-os definitivamente. Esse fato histórico consolidou-se como a primeira importante participação militar da mulher na defesa do território brasileiro.

1648 -
Em 19 de abril de 1648, os holandeses romperam o cerco, dirigindo-se para Cabo de Santo Agostinho. O local foi palco de duas importantes batalhas da história militar brasileira –

1649 – Segunda Batalha dos Guararapes
(…) em 19 de fevereiro de 1649. O destino dos invasores foi selado com a segunda Batalha dos Guararapes, porém os invasores permanecem cercados até 1654.

1654 – Fim do cerco
No dia 20 de janeiro desse ano, foram penetradas as últimas defesas holandesas, forçando os invasores a assinar um tratado de rendição. Após 24 anos de dominação holandesa sobre Pernambuco, após 62 horas de negociação, em 27 de janeiro de 1654 na Campina da Taborda, os holandeses se renderam incondicionalmente, entregando as 73 chaves da cidade maurícia aos insurrretos vitoriosos.

A Restauração Pernambucana foi um marco importante para o Brasil, tanto militarmente, com a consolidação das táticas de guerrilha e emboscada, quanto socio-politicamente, com o aumento da miscigenação entre as três raças (negro africano, branco europeu e índio nativo) e o começo dum sentimento de nacionalidade.

O historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello comenta em sua obra «A fronda dos Mazombos»[1], que, em 27 de janeiro de 1654, o exército de Von Schkoppe se rendeu no Recife, pondo fim a um quarto de século de domínio holandês, (…)

1707 a 1710 – Guerra dos Mascates
(….) e «cinquenta anos depois parte da «nobreza da terra», ou seja, dos filhos e netos dos que haviam restaurado a suserania portuguesa, promovia uma sedição contra o governador Castro e Caldas», que governou Pernambuco de 1707 a 1710. E que, na historiografia brasileira, a chamada Guerra dos Mascates» (ver a seguir)

1710-1711
(….) A Guerra dos Mascates representaria «um caso típico de ´carro diante dos bois´, utilizada «como marco romanesco em obras de José de Alencar ou de Franklin Távora. Segundo ele, Robert Southey, Varnhagen, Handelmann, Capistrano de Abreu (que apelida «os pais fundadores da historiografia brasileira») perceberam a conexão entre a experiência da guerra batava e os conflitos civis de 1710-1711. Sua obra é a tentativa de «preencher a lacuna que representa a inexistência de uma história da Guerra dos Mascates e do meio século que a precedeu».

(….)
Pernambuco foi palco de várias revoltas, revoluções e conspirações, em geral inspiradas pela Revolução Francesa, pela maçonaria e pelo Iluminismo. Idéias européias de liberdade, igualdade e fraternidade se espalhavam entre os pernambucanos mais afortunados, geralmente os aristocratas literatos dos engenhos de cana-de-açúcar. Chegou até mesmo a existir por alguns meses a República Pernambucana, resultado da Revolução de 1817. Apesar da última revolução datar do meio do século XIX, todas elas influenciaram profundamente o estado, e o fazem até hoje – a bandeira atual, por exemplo, foi instituída na Revolução de 1817.

Guerra dos Mascates, 1710 a 1711
Conspiração dos Suassunas, 1801
Revolução de 1817, 1817
Confederação do Equador, 1824
Novembrada, 1831
Abrilada, 1832
Cabanada, 1832 a 1835
Revolução Praieira, 1848 a 1850

http://www.achetudoeregiao.com/PE/historia_pernambuco.htm

Responder
IV Avatar disse: 25/05/2010 às 6:14Num comentário anterior citei o Quilombo dos Palmares/Zumbi dos Palmares como tendo acontecido em PE. Como se sabe, em 710, quando o quilombo foi finalmente derrotado, a região onde se deu o evento pertencia a Pernambuco. Alagoas ficou independente de Pernambuco após a Revolução Pernambucana de 1817

A conferir

A Revolução Pernambucana de 1817

“(….) Debelada a revolução, foi desmembrada de Pernambuco a comarca de Rio Grande (atual Rio Grande do Norte), tornando-se província autônoma. Essa havia sido anexada ao território pernambucano ainda na segunda metade do século XVIII, juntamente a Ceará e Paraíba, que também se tornaram autônomas ainda no período colonial, em 1799.

Também a comarca de Alagoas, cujos proprietários rurais haviam se mantido fiéis à Coroa, como recompensa, puderam formar uma província independente[1]. (…)”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana

Num comentário anterior citei o Quilombo dos Palmares/Zumbi dos Palmares como tendo acontecido em PE. Como se sabe, em 710, quando o quilombo foi finalmente derrotado, a região onde se deu o evento pertencia a Pernambuco. Alagoas ficou independente de Pernambuco após a Revolução Pernambucana de 1817
A conferir
A Revolução Pernambucana de 1817
“(….) Debelada a revolução, foi desmembrada de Pernambuco a comarca de Rio Grande (atual Rio Grande do Norte), tornando-se província autônoma. Essa havia sido anexada ao território pernambucano ainda na segunda metade do século XVIII, juntamente a Ceará e Paraíba, que também se tornaram autônomas ainda no período colonial, em 1799.
Também a comarca de Alagoas, cujos proprietários rurais haviam se mantido fiéis à Coroa, como recompensa, puderam formar uma província independente[1]. (…)”http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana

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