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domingo, 30 de maio de 2010

O IV Avatar encontra com uma turma de rapazes ao descer rio abaixo por um pequeno afluente do Rio Goiana

O IV Avatar não considera esta coisa de Estados ou províncias,,prá que se a realidade mesmo são os rios com as cidades às margens esquerda e direita?
Portanto, o IV Avatar vai deliciar-se por aí, rio abaixo e, por questão de acaso, sem se dar conta, chegará, como chegou, ao Rio Goiana, engraçado,,,nome parecido com a cidade onde moro, Goiânia,,,
O IV Avatar já esteve em Goiana, tem até um vídeo na internet,,
O IV Avatar adora descer rio abaixo e, numa destas descidas, deparou-se com um grupo de jovens se divertindo às margens do Rio da Estiva, em Tejucipapo – Goiana – Rio Goiana
A princípio o IV Avatar ficou com muito medo de ser espancado, no entanto não foi isto o que ocorreu, pois se tratava de uma turma alegre, como se pode ver no vídeo



Aqui mais coisas do IV Avatar e de outros avatares

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Banda Saboeira

Fundada no dia 25 de novembro de 1849, em Goiana, Pernambuco, a banda de música Saboeira era filiada ao Partido Liberal, enquanto a sua rival, a Banda Curica pertencia ao Partido Conservador.

Há duas versões para a origem do nome: a primeira diz que, como no início a banda não tinha fardamento próprio, os músicos tinham que lavar sua melhor roupa para se apresentar e por isso os adversários os chamavam de “saboeiros”, referindo-se ao sabão com que lavavam as roupas. A segunda versão, talvez a mais aceitável, seria por causa da existência de um saboeiro (árvore cujo fruto quando friccionado produz espuma) junto à primeira sede da banda, surgindo então a corruptela Saboeira, nome pelo qual ficou conhecida.

Um dos acontecimentos mais marcantes da história da banda foi sua apresentação na visita do Imperador Dom Pedro II à Goiana, em 1859.

A Saboeira é a segunda banda de música mais antiga de Pernambuco e esteve sempre ligada à sorte do Partido Liberal, tanto nos triunfos quanto nos fracassos.

Com a queda do prestígio dos velhos partidos imperiais e o advento da propaganda republicana, a banda deixou de ser importante para o Partido, sendo praticamente abandonada.

Em 1886, Francisco Tavares de Melo assumiu a direção da Saboeira, passando a mantê-la com seus próprios recursos e a ajuda de filiados do Partido Liberal.

Em outubro de 1908, um dos seus sócios mais relevantes, José Pinto de Abreu, resolveu organizar uma sociedade, mantida com a contribuição mensal de sócios, objetivando garantir a continuidade e a atividade regular da banda, criando então a Sociedade 12 de Outubro que ficou responsável pela manutenção da Saboeira.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_Saboeira

Agora que me lembro que namorei uma pessoa dessa cidade.,,eu havia me esquecido,,,como pode a gente se esquecer de momentos tão bons na vida da gente…
O seu comentário está aguardando moderação.
Prometo que amanhã vou ser mais comedido,,,não vou mexer com história,,revoluções,,cabanadas, etc,,
A partir de amanhã irei direito ao ponto,,quer dizer,,ao rio,,a um determinado rio com suas cidades-estados,,sua cultura,,claro, se houver material na internet,,,se não tiver irei a uma bibliote,,,ah vou vou comprar hoje um mapa do Brasil,,lá tem os nomes de todos os rios..
Inté.

Um passeio pelo Rio Goiana,,,imperdível,,,não deixe de ver

Meu deus, como podem destruir uma paisagem dessa para plantar soja,,,a diáspora gaucha Brasil afora destruindo as matas por conta do ganho desenfreado,,,uma lástima,,,isto ocorreu no Maranhão, Piaui e toda a Amazônia Legal e nordeste,,vamos preservar estas matas, estes rios, não se trata de nada de conceitos complicados,,nada além do respeito às três forças que compôem a sociedade, mais especificamente cada cidade-estado deste planeta, e tais forças são nada mais nada menos do que apenas os animais, os seres humanos e as pessoas jurídicas.,pensemos nisso,,rios como o Goiana agradecem

Olha que lindo,,neste vídeo tem belas imagens do Rio Goiana com a cidade de Goiana às suas margens,,,vou terminar me mudando de mala e cuia prá lá

As mulheres derrotam soldados holandeses em Tejucupapo

Tejucupapo…mulheres enfrentam holandeses

“(….) Percebendo a superioridade holandesa, Maria Camarão, de crucifixo em punho, percorreu a vila convocando as mulheres a pegarem em armas e ajudarem os homens na luta contra as tropas inimigas. No dia 24 de abril de 1646, munidas de paus, pedras, panelas, pimenta e água fervente, as mulheres de Tejucupapo venceram os holandeses que ameaçavam suas terras e famílias.

O episódio marcou a história brasileira como uma das poucas batalhas a envolver a participação coletiva de mulheres.”

A vitória sobre os holandeses é comemorada com festa,,segue link para fotos,,vale a pena dar uma olhada,,,
http://www.memorialpernambuco.com.br/memorial/117historia/117_015_tejucupapo_album.htm

Aqui neste vídeo aparece a lendária Tejucupapo

Aqui o trailler do filme sobre as heroínas de Tejucupapo,,,

A história da literatura de Pernambuco



História da Literatura em Pernambuco…não tenho a menor idéia de como foi,,,sei que Clarice Lispector morou por lá,,,
Gostaria de saber quando os ventos da Semana de Arte Moderna de 22 chegaram por lá, através de que mãos,,como foi daqui prá frente,,,a contracultura,,
Como é hoje?

Nome da literatura

Abdias de Moura
Adelmar Tavares
Aguinaldo Silva
Alberto Cunha Melo
Alberto do Rego Rangel
Alfredo de Carvalho
Altamiro Cunha
Altemar Pontes Oliveira
Álvaro de Barros Lins
Álvaro Negromonte
Álvaro Teixeira de Macedo
Amaro Quintas
Américo Teixeira Palha
Amílcar Dória Matos
Anderson Costa
Ângelo Monteiro
Antônio Carneiro Leão
Antônio de Andrade Lima Filho
Antonio Gomes dos Santos (Don Antonio)
Antônio Maria
Antônio Marinho
Antônio Pedro de Figueiredo
Aprígio Justiniano da Silva Guimarães
Ariano Suassuna
Ascenso Ferreira
Audálio Alves
Augusto dos Anjos
Austregésilo de Athayde
Bráulio Tavares
Carlos Humberto Dantas
Castro Alves
Cida Pedrosa
Clarice Lispector
Delarme Monteiro Silva
Dione Barreto
Domício Coutinho
Eros Martins Gonçalves Pereira
Evaldo Bezerra Coutinho
Evaldo Cabral de Mello
Fernando Monteiro
Fernando Pio dos Santos
Flávio Guerra
Francisco Augusto Pereira da Costa
Geraldo ferraz
Gilberto Freyre
Gilberto Osório de Andrade
J. Borges
João Cabral de Melo Neto
Joaquim Cardozo
José Antonio Gonsalves de Mello
José Condé
José Lins do Rêgo
Josué de Castro
Manoel Correia de Andrade
Manuel Bandeira
Maria do Carmo Barreto Campello de Melo
Maria Cristina Cavalcanti de Albuquerque
Mário Melo
Mário Sette
Mário Souto Maior
Mauro Mota
Moisés Neto
Nagig Jorge Neto
Nelson Rodrigues
Oliveira Lima
Ruy Barbosa
Sérgio Buarque de Holanda
Urariano Mota
Valdemar de Oliveira
Valdemar Valente

http://www.memorialpernambuco.com.br/memorial/115literatura/115literatura.htm

A história de Pernambuco


Eu sempre admimrei a história de pernambuco, seja na estratégia militar, as lutas iniciais desferidas por maltrapilhos, índicos, negros, etc
PE é isso
Das Ligas Camponeses
Povo lutador
Praia vermelha
Zumbi dos Palmares
Cabanos
A conferir,,,por ser bem grande o texto, cortei umas partes, ao final segue o link para a leitura completa, tem uma bela imagem da Ilha de Fernando de Noronha

” A História de Pernambuco

A História de Pernambuco começa antes do descobrimento do Brasil, quando o atual território do estado era povoado pelos índios tabajaras.

Período Colonial –

Capitania de Pernambuco – Em 1501, quando a expedição de Gaspar de Lemos funda feitorias no litoral da colônia portuguesa na América, tem início o processo de colonização de Pernambuco. (…)

Em1534, a capitania de Pernambuco foi doada a Duarte Coelho Pereira (….)

Em 1595, a já cobiçada capitania sofre um duro golpe. O corsário inglês James Lancaster toma o povoado do Recife de assalto e nele passa um mês saqueando as riquezas trazidas do interior. Zarpa com nada menos que quinze navios abarrotados pela pilhagem. Um dos maiores butins da história da pirataria.

Domínio holandês

Em 1630 a Companhia das Índias Ocidentais volta seus interesses para a mais promissora das capitanias da Colônia Portuguesa na América. (…)

1629-
Em 26 de dezembro de 1629 partia de São Vicente, Cabo Verde, uma esquadra com 66 embarcações e 7.280 homens em direção a Pernambuco. (…)

1630 -
Em fevereiro de 1630 foi avistada no horizonte pernambucano a armada flamenga, cuja maior parte dirigiu-se para o norte da capitania por estar o porto do Recife bem guarnecido por fortificações e peças de artilharia. O desembarque deu-se em Pau Amarelo. (…)

1654-

Até 1654, a capitania ficou sob o domínio holandês, através da Companhia das Índias Ocidentais, passando por importantes transformações culturais, econômicas e sociais no governo do conde Maurício de Nassau.

1645 –
Restauração Pernambucana
Em 15 de maio de 1645, reunidos no Engenho de São João, 18 líderes insurretos pernambucanos assinaram compromisso para lutar contra o domínio holandês no estado. Com o acordo assinado, começa o contra-ataque à invasão holandesa. A primeira vitória importante dos insurretos se deu no Monte das Tabocas, (hoje localizada no município de Vitória de Santo Antão) onde 1200 insurretos mazombos armados de armas de fogo, foices, paus e flechas derrotaram numa emboscada 1900 holandeses bem armados e bem treinados.

Mauritsstad, o Recife nassoviano.O sucesso deu ao líder Antônio Dias Cardoso o apelido de Mestre das Emboscadas. Os holandeses que sobreviveram seguiram para Casa Forte, sendo novamente derrotado pela aliança dos mazombos, índios nativos e escravos negros. Recuaram novamente para as casas-forte em Cabo de Santo Agostinho, Pontal de Nazaré, Sirinhaém, Rio Formoso, Porto Calvo e Forte Maurício, sendo sucessivamente derrotados pelos insurretos. Por fim, Olinda foi recuperada pelos rebeldes. Cercados e isolados pelos rebeldes numa faixa que ficou conhecida como Nova Holanda, indo de Recife a Itamaracá, os invasores começaram a sofrer com a falta de alimentos, o que os levou a atacar plantações de mandioca nas vilas de São Lourenço, Catuma e Tejucupapo.

1646 -
Em 24 de abril de 1646, ocorreu a famosa Batalha de Tejucupapo, onde mulheres camponesas armadas de utensílios agrícolas e armas leves expulsaram os invasores holandeses, humilhando-os definitivamente. Esse fato histórico consolidou-se como a primeira importante participação militar da mulher na defesa do território brasileiro.

1648 -
Em 19 de abril de 1648, os holandeses romperam o cerco, dirigindo-se para Cabo de Santo Agostinho. O local foi palco de duas importantes batalhas da história militar brasileira –

1649 – Segunda Batalha dos Guararapes
(…) em 19 de fevereiro de 1649. O destino dos invasores foi selado com a segunda Batalha dos Guararapes, porém os invasores permanecem cercados até 1654.

1654 – Fim do cerco
No dia 20 de janeiro desse ano, foram penetradas as últimas defesas holandesas, forçando os invasores a assinar um tratado de rendição. Após 24 anos de dominação holandesa sobre Pernambuco, após 62 horas de negociação, em 27 de janeiro de 1654 na Campina da Taborda, os holandeses se renderam incondicionalmente, entregando as 73 chaves da cidade maurícia aos insurrretos vitoriosos.

A Restauração Pernambucana foi um marco importante para o Brasil, tanto militarmente, com a consolidação das táticas de guerrilha e emboscada, quanto socio-politicamente, com o aumento da miscigenação entre as três raças (negro africano, branco europeu e índio nativo) e o começo dum sentimento de nacionalidade.

O historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello comenta em sua obra «A fronda dos Mazombos»[1], que, em 27 de janeiro de 1654, o exército de Von Schkoppe se rendeu no Recife, pondo fim a um quarto de século de domínio holandês, (…)

1707 a 1710 – Guerra dos Mascates
(….) e «cinquenta anos depois parte da «nobreza da terra», ou seja, dos filhos e netos dos que haviam restaurado a suserania portuguesa, promovia uma sedição contra o governador Castro e Caldas», que governou Pernambuco de 1707 a 1710. E que, na historiografia brasileira, a chamada Guerra dos Mascates» (ver a seguir)

1710-1711
(….) A Guerra dos Mascates representaria «um caso típico de ´carro diante dos bois´, utilizada «como marco romanesco em obras de José de Alencar ou de Franklin Távora. Segundo ele, Robert Southey, Varnhagen, Handelmann, Capistrano de Abreu (que apelida «os pais fundadores da historiografia brasileira») perceberam a conexão entre a experiência da guerra batava e os conflitos civis de 1710-1711. Sua obra é a tentativa de «preencher a lacuna que representa a inexistência de uma história da Guerra dos Mascates e do meio século que a precedeu».

(….)
Pernambuco foi palco de várias revoltas, revoluções e conspirações, em geral inspiradas pela Revolução Francesa, pela maçonaria e pelo Iluminismo. Idéias européias de liberdade, igualdade e fraternidade se espalhavam entre os pernambucanos mais afortunados, geralmente os aristocratas literatos dos engenhos de cana-de-açúcar. Chegou até mesmo a existir por alguns meses a República Pernambucana, resultado da Revolução de 1817. Apesar da última revolução datar do meio do século XIX, todas elas influenciaram profundamente o estado, e o fazem até hoje – a bandeira atual, por exemplo, foi instituída na Revolução de 1817.

Guerra dos Mascates, 1710 a 1711
Conspiração dos Suassunas, 1801
Revolução de 1817, 1817
Confederação do Equador, 1824
Novembrada, 1831
Abrilada, 1832
Cabanada, 1832 a 1835
Revolução Praieira, 1848 a 1850

http://www.achetudoeregiao.com/PE/historia_pernambuco.htm

Responder
IV Avatar disse: 25/05/2010 às 6:14Num comentário anterior citei o Quilombo dos Palmares/Zumbi dos Palmares como tendo acontecido em PE. Como se sabe, em 710, quando o quilombo foi finalmente derrotado, a região onde se deu o evento pertencia a Pernambuco. Alagoas ficou independente de Pernambuco após a Revolução Pernambucana de 1817

A conferir

A Revolução Pernambucana de 1817

“(….) Debelada a revolução, foi desmembrada de Pernambuco a comarca de Rio Grande (atual Rio Grande do Norte), tornando-se província autônoma. Essa havia sido anexada ao território pernambucano ainda na segunda metade do século XVIII, juntamente a Ceará e Paraíba, que também se tornaram autônomas ainda no período colonial, em 1799.

Também a comarca de Alagoas, cujos proprietários rurais haviam se mantido fiéis à Coroa, como recompensa, puderam formar uma província independente[1]. (…)”
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana

Num comentário anterior citei o Quilombo dos Palmares/Zumbi dos Palmares como tendo acontecido em PE. Como se sabe, em 710, quando o quilombo foi finalmente derrotado, a região onde se deu o evento pertencia a Pernambuco. Alagoas ficou independente de Pernambuco após a Revolução Pernambucana de 1817
A conferir
A Revolução Pernambucana de 1817
“(….) Debelada a revolução, foi desmembrada de Pernambuco a comarca de Rio Grande (atual Rio Grande do Norte), tornando-se província autônoma. Essa havia sido anexada ao território pernambucano ainda na segunda metade do século XVIII, juntamente a Ceará e Paraíba, que também se tornaram autônomas ainda no período colonial, em 1799.
Também a comarca de Alagoas, cujos proprietários rurais haviam se mantido fiéis à Coroa, como recompensa, puderam formar uma província independente[1]. (…)”http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Pernambucana

A Bacia do Rio Goiana e suas cidades-Estados

Várias cidades, um verdadeiro Estado, diz respeito à bacia do Rio Goiana.
É é muita coisa para se falar em termos de PE.
A cidade de Garanhauns pertence a qual rio?
Alguém poderia fazer este recorte,,,impossível rodar por todos os rios,,,tomara que o Nassif mude esta série para “Raio X dos Rios”
Quem sabe depois dela ele não dará espaço para levantarmos o acervo dos rios,,é muita coisa,,,não podemos deixar de lado o Rio Nilo, no Egito
qual rio banha Garanhauns, a cidade
Não posso ficar restrito à cidade de Goiana, outras cidades fazem parte da Bacia do Rio Goiana,,
No entanto as pessoas estão extremamente equivocadas ao falarem apenas da cidade onde mora sem perceber que ela faz parte de uma cultura espandida através do rio, os afluentes, a bacia como um todo, tudo bem, entendo, esta visão distorcida da realidade decorre de uma insana disposição espacial do mundo, não se sabe porque estabeleceu-se esta realidade territorial quando os rios sim, deveriam ser, e são a nossa realidade espacial,,percebi esta deformação ao visitar o Portal de Goiana,,isto será mudado com os ensinamento do IV Avatar, a sua cosmogonia será levada aos 4 cantos do planeta, pois que está bem à frente destes ambientalismos furados que existem por aí tão somente visando poder e nada mais

http://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Goiana

Eu sei,,não posso falar tudo sobre o Rio Goiana,, isto porque tenho que dedicar-me a uma monografia, o tempo está se esgotando,,a não ser que eu encontre coisas da minha pesquisa nesta minha andança por Goiana,,quem sabe,,,o assunto da minha monografia é “Lei Orgânica da Previdência Social – Amparo aos Idosos e Deficientes”
Fosse uma pesquisa de campo, seria uma maravilha mas, não custa nada procurar doutrina, julgados, debates sobre este assunto nas minhas andanças pela bacia do Rio Goiana que, é claro, não diz respeito apenas à cidade de Goiana.
A conferir

“A área da bacia do rio Goiana engloba 26 municípios, dentre os quais 9: estão totalmente inseridos na bacia Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Condado, Ferreiros, Machados, Nazaré da Mata, Timbaúba e Vicência);11 possuem sede na bacia (Bom Jardim, Carpina, Goiana, Itambé, Itaquitinga, João Alfredo, Lagoa do Carro, Macaparana e Tracunhaém); e 6 estão parcialmente inseridos (Araçoiaba, Casinhas, Igarassu, Limoeiro, Paudalho e Salgadinho).”
Segue link para a Bacia do Rio Goiana,,muito bom,,,
Pára de preguiça,,conheça
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Goiana

Você viu né, uma verdadeira província a Bacia do Rio Goiana,,não entendo estes Estados enormes,,,o Marãnhão deveria ser dividido conforme os rios, o Pará também,,Pernambuco…os rios sim, são a verdadeira ralidade,,os rios deveriam ser mais levados em conta. Antes de se construir uma cidade deveriam, é claro, construir a ETE – Estação de Tratamento de Esgoto para que, a água limpa vinda do rio voltasse para lá limpa.
No entanto a roubalheira não deixa.
Vejamos São Paulo – Rio Tietê
É assim mesmo que o IV Avatar escreve os nomes das cidades,,,elas tem sobrenomes,,o sobrenome da cidade é o rio que banha,,,daí São Paulo do Tietê
Rio de Janeiro do Guandu.,..
Voltando ao assunto,,,o governo de SP recebeu bilhões de reais para constriuir a ETE do Rio Tietê e nada.
Cadê o dinheiro?

Camutanga é mais uma das cidades do Rio Goiana

“O nome do município é de origem indígena e significa uma espécie de Vespa ou Papagaio de várias cores. Seus primeiros habitantes também chamavam a região de Caanga que quer dizer casa de maribondos.’

http://pt.wikipedia.org/wiki/Camutanga

História goianense desde o período colonial aos nossos dias

1 – Música

Banda Curica

Banda centenária de Goiana ensina música a crianças e adolescentes
A banda marcial Curica, fundada em 1847, é a mais antiga em atividade na América Latina e recebeu em 2006 o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A sede da Sociedade Musical Curica fica ao lado da Igreja e Nossa Senhora dos Homens Pretos, no centro de Gioana, Zona da Mata do estado.
da Redação do pe360graus.com

A banda marcial Curica, fundada em 1847, é a mais antiga em atividade na América Latina e recebeu em 2006 o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A sede da Sociedade Musical Curica fica ao lado da Igreja e Nossa Senhora dos Homens Pretos, no centro de Gioana, Zona da Mata do estado.

“Curica é o nome de um pássaro da Amazônia”, explica o professor do grupo Alexandro Vicente de Araújo. “Antigamente, o povo dizia que, quando a banda tocava, soava como esse pássaro”, afirma. Mas, além da tradição, o que mais orgulha os moradores de Goiana é o trabalho da banda ensinando música a crianças e adolescentes.

São, ao todo, 50 estudantes. Todo o projeto é mantido com apenas R$ 1 500 doados pelo Governo do Estado. “É um projeto social. A gente não tem verbas para a função (de maestro), mas consegue vitórias com essas crianças, que têm um futuro promissor”, afirma o maestro Cláudio João da Silva, músico da banda desde criança o regente.

Um dos orgulhos do maestro é o pequeno Diego Silva Veloso, dez anos de idade. Desde os sete ele participa da banda: “Meu pai é alfaiate, mas meu sonho é me tornar um grande músico. Minha família acredita que a música vai mudar minha vida”.

Fonte: G1

2- Arquitetura

O Centro Histórico de Goiana é considerado Patrimônio Histórico Nacional desde o ano de 1938.[7] A cidade possui oito igrejas seculares monumentais no centro, sem contar os prédios tombados e a arquitetura em que eles foram construídos, a cidade foi apelidada por esses motivos de “Milão Brasileira”.[8] A falta de conservação do patrimônio histórico de Goiana já foi discutida diversas vezes mais nada até agora foi resolvido para conter as rachaduras, vidros quebrados e outros problemas nos prédios seculares.[104]

A Prefeitura de Goiana está localizada em um edifício com características históricas, situado na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca. A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Brancos está localizada na mesma avenida da Prefeitura. É uma igreja em estilo barroco construída no século XVIII e declarada como Patrimônio Histórico Nacional, no ano de 1938.[7] A Igreja de Nossa Senhora do Amparo dos Homens Pardos foi construída no século XVIII, com estilo barroco, estilo que era muito utilizado naquela época para construções de igrejas. Nas suas dependências se encontra o Museu de Arte Sacra de Goiana e é considerada patrimônio histórico nacional, que possui numerosas exposições de diferentes estilos, destacando o acervo de cerâmicas de Santos realizadas pelos artistas pernambucanos e as de Arte Sacra colecionadas entre os séculos XVII e XX.[7] A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos também foi construída em estilo barroco no ano de 1835 e declarada Patrimônio Histórico Nacional no ano de 1938,[7] igual aconteceu com a maioria de seus edifícios e igrejas da redondeza, inclusive a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, que pertence ao convento de Santo Alberto dos Carmelitas e foi construída no século XVII, no mesmo século do Convento, o Convento foi construído também em estilo barroco no século XVII, em seu interior é possível se encontrar com uma importante coleção de imagens sacras dos séculos XVI e XVII.[7]

3- Política

De acordo com a Constituição de 1988, Goiana está localizada em uma república federativa presidencialista. A forma de Estado foi inspirada no modelo estadunidense, no entanto, o sistema legal brasileiro segue a tradição romano-germânica do Direito Positivo. O federalismo no Brasil é mais centralizado do que o federalismo estadunidense; os estados brasileiros têm menos autonomia do que os estados norte-americanos, especialmente quanto à criação de leis.[55]

Em Goiana, o Poder Executivo é representado pelo prefeito e gabinete de secretários, em conformidade ao modelo proposto pela Constituição Federal. O Poder Legislativo é constituído à câmara, composta por 10 vereadores eleitos para mandatos de quatro anos (em observância ao disposto no artigo 29 da Constituição[56]). Cabe à casa elaborar e votar leis fundamentais à administração e ao Executivo, especialmente o orçamento participativo (Lei de Diretrizes Orçamentárias). Conquanto seja o poder de veto assegurado ao prefeito, o processo de votação das leis que se lhe opõem costuma gerar conflitos entre Executivo e Legislativo. O Poder Judiciário, cuja instância máxima é o Supremo Tribunal Federal, por sua vez é responsável por interpretar a Constituição Federal. O município de Goiana, não possui assim, constituições próprias, em vez disso possui leis orgânicas.[57] O ex-prefeito Beto Gadelha, eleito no ano de 2004, teve o mandato cassado no ano de 2006 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por abuso de poder econômico nas eleições do ano de 2004, sendo substituído, temporariamente pelo presidente da câmara na época, Henrique Fenelon.[58] Houve, depois da cassação, novas eleições para prefeito, na qual o foi o mesmo Henrique Fenelon.[59]

4- História

A história de Goiana está muito ligada aos engenhos da região. Os goianenses participaram ativamente da Batalha das Heroínas de Tejucopapo (1646), da Revolução Pernambucana (1817), da Confederação do Equador (1824) e da Revolução Goianense (1825). A vila operária de Goiana é considerada a primeira da América Latina.[13] Goiana foi elevada à categoria de vila em 15 de janeiro de 1685, ganhou foros de cidade em 5 de maio de 1840 e de sede de município em 3 de agosto de 1892. Seu primeiro prefeito foi o Dr. Belarmino Correia de Oliveira.[14]

A origem mais provável do nome Goyanna é que venha da palavra em tupi-guarani “Guyanna”, que significa “terra de muitas águas”. O topônimo do município aparece pela primeira vez nos catálogos da Companhia de Jesus, em 1592, com o nome de aldeia de “Gueena”.[15] O mesmo documento, em 1606, registra-o com a grafia modificada para “Goyana” e, finalmente Goiana. O holandês Adolf de Varnhagen disse que Goiana é palavra de origem da língua tupi, que significa: gente estimada.[16] Outros filólogos divergem e dizem ter o significado de mistura ou parente e, ainda, Frei Vicente de Salvador, em 1627, definiu como sendo porto ou ancoradouro.[15]

(….)

Período colonial

A colonização jamais realizou os propósitos da empresa mercantil que impulsionou as navegações. Montada especificamente para a troca, ela operava sempre na pressuposição da existência de produção local, nas áreas com que mantinha a troca. O problema da colonização apresenta, assim, grandes dificuldades, uma vez que a estrutura econômica portuguesa não estava preparada para enfrentá-lo.[14] Nesse período, Goiana foi uma das principais produtoras de cana-de-açucar no estado de Pernambuco; o Rio Goiana, que corta a cidade, abrigava um importante porto, que escoava a produção do local.[18] Foi durante este período que Goiana foi, por diversas vezes, sede da capitania de Itamaracá, e permaneceu como segunda cidade mais importante do estado, até o fim deste período.[12]

A povoação foi elevada a freguesia em 1568 quando Diogo Dias, um cristão-novo de muitas posses, comprou de D. Jerônima de Albuquerque Sousa dez mil braças de terra próximas à atual cidade de Goiana, então Capitania de Itamaracá, estabelecendo um engenho fortificado no Vale do Rio Tracunhaém. Este colono foi alvo do ataque ao engenho Tracunhaém, em 1574, no qual índios potiguaras exterminaram toda a população do engenho. Este episódio provocou a extinção da capitania de Itamaracá e a criação da capitania da Paraíba.[14]

Em janeiro de 1640 defrontaram-se entre Goiana e a ilha de Itamaracá a esquadra de D. Fernando de Mascarenhas, conde da Torre, e a holandesa, comandada por Willen Corneliszoon, num combate que seria imortalizado em quatro gravuras de Frans Post.[14]

O “Abrigo dos Velhos”, fica localizado no antigo Convento da Soledade, construído em 1755No dia 24 de abril do ano de 1646, armadas com paus, pedras, panelas, pimenta e água fervente, as mulheres de Tejucopapo, atualmente distrito do município, venceram os holandeses que ameaçavam suas terras e famílias. Este evento é conhecido e retratado em filme denominado “Epopeia das Heroínas de Tejucupapo”, que no último domingo de abril é recontada a história, através de uma encenação teatral ao ar livre no marco histórico pelo Clube das Mães, na zona rural do município. A encenação mostra a vida de mulheres que lutaram contra os invasores e contra o preconceito, atraindo cerca de cinco mil pessoas em média por ano.[14]

Período imperial

Após a independência de Portugal em 7 de setembro de 1822, que resultou no fim do “Brasil Colônia” (1500-1822), o Brasil torna-se uma monarquia constitucional, período denominado “Brasil Império” (1822-1889). D. Pedro I retorna a Portugal para assegurar que sua filha assumisse o trono português. Após um período regencial, D. Pedro II, aos catorze anos de idade, é coroado o segundo imperador do Brasil.[19]

Banda Curica, a banda mais antiga em atividade na América Latina

No ano de 1859, Dom Pedro II, imperador do Brasil, visitou a cidade de Goiana, chegou acompanhado por uma comitiva com quase quinhentos cavaleiros. Na véspera todos os preparativos foram realizados para receber o monarca. O que havia de melhor nos engenhos foi trazido para o sobrado onde ele se hospedou. Foram à cidade pessoas das regiões circunvizinhas, atraídas pela visita do imperador. Dom Pedro II conheceu as igrejas e encantou-se com a beleza do Cruzeiro do Carmo, no centro.[14]

Ele chegou a visitar também o hospital, as repartições públicas, as escolas e elogiou o avanço dos alunos no latim. Mais tarde, ainda participou de solenidade na Igreja da Matriz, onde escutou a Banda Saboeira à porta depois seguiu para o Bairro do Tanquinho para ver como era feito o abastecimento de água da cidade e considerou a situação do porto fluvial aproveitando para discutir melhoramentos.[

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Período republicano

Dom Pedro II foi deposto em 15 de novembro de 1889 por um golpe militar liderado pelo republicano Deodoro da Fonseca,[20] que se tornou o primeiro presidente de facto do país, através de ascensão militar. E permaneceu no cargo até o ano de 1891, quando assumiu a presidência o Marechal Floriano Peixoto, que foi considerado o consolidador da república.[21]

O primeiro ônibus de que se tem notícia no Brasil foi um veículo da marca francesa Panhard-Levassor, importado no ano 1900 pela Companhia de Transporte de Goiana,[22] que na época era a mais importante cidade de Pernambuco, depois da capital, Recife. Destinava-se o referido veículo ao transporte de passageiros entre Goiana e Recife pela histórica estrada de rodagem, hoje a BR-101.[23] No dia 23 de março de 1903, o veículo, com lotação de doze passageiros, fez sua primeira viagem, saindo do centro de Goiana e chegando até a cidade de Olinda, onde parava para o almoço. E seguiam da cidade de Olinda até o Recife levando mais uma hora para chegar ao destino. O ônibus não durou muito, pois uma viagem total, que teria setenta quilômetros, levava cerca de nove horas. E as viagens suburbanas custavam muito.[24]

O conjunto da Fiação de Tecidos Goiana – FITEG é composto da fábrica, da casa do proprietário e da vila operária, além de ser um importante marco da arquitetura do início do século XX, tem a peculiaridade de todas as edificações seguirem a mesma modulação: cada habitação representa um módulo, a que tanto a fábrica, quanto a casa do proprietário obedeceram, repetindo, no entanto, tantos módulos, quantos se fizeram necessários. As casas, estreitas, germinadas, com vão abrindo-se diretamente para os logradouros, são distribuídas em nove quadras, num total de 376 habitações.[livro 1] A fábrica foi fechada na década de 1980 depois de declarar a sua falência, deixando centenas de goianenses desempregados, e mesmo que foram discutidas medidas pelo governo, a fábrica realmente fez a declaração, demitindo, de pouco em pouco os trabalhadores..[25]

Nas últimas décadas do século XIX e início do XX, Goiana enfrentou graves problemas sociais advindos do desenvolvimento lento, desordenado, e com crescimento da periferia, dando assim origem a diversos bairros como a Nova Goiana e Flexeiras. No começo do século XX perdeu a posição de segunda cidade mais importante do estado de Pernambuco.

O rápido crescimento voltou depois do anúncio do Pólo Farmacoquímico, o crescimento anual nos anos anteriores era de menos de 1% por ano (1996-2007), e agora está em quase 2% (2008-2009).[3]

História recente

No final da década de 1990, surgiram rumores de que Goiana receberia um aeroporto internacional, mas foram esquecidos pela população no início do século XXI.

No ano de 2000, assumiu o prefeito Edval Soares, que criou a feira livre do bairro de Flexeiras, melhorando assim o comércio nos subúrbios do município.

No ano de 2004 assumiu a prefeitura o empresário Beto Gadelha, que oficializou a implantação do Polo Farmacoquímico de Pernambuco no município de Goiana.[28] Ele teve o mandato cassado pelo TSE no ano de 2006, tendo então que ser feita novas eleições no município.[29]

No então ano de 2006, assumiu a prefeitura, Henrique Fenelon, que foi reeleito no ano de 2008, sendo assim o primeiro prefeito reeleito da história de Goiana.[30] Na sua administração foi criado o Distrito Industrial de Goiana e a Novartis confirmou sua fábrica no Polo Farmacoquímico do estado.[31] A cidade ocupa atualmente a 52ª posição na lista das cidades mais violentas do país.[32]

http://pt.wikipedia.org/wiki/Goiana