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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O transporte de Bruno para a necrópole de Marte

Qual o nome dele: Bruno Nascimento Teixeira, 16 anos.

Pois vcs estão redondamente enganados: Estes que aplaudiram a morte do jovem Bruno, 16 anos, aquele que num sonho o vi perguntando aos jornais que discutissem o nacionalismo quando uma voz lá do infinito gritou: FOI A MÁQUINA!

Pois não pensem que isso não não será comunicado a ouroboros, aquela que tem poder de vida e morte

Não pensem que vcs podem continuar alegando que não sabem e que por isso podem ser perdoados, como não sabem,....

Pois saibam que Bruno não era apenas o que vcs viram por fora na hora da morte, ele era um grande personagem, ele deixou sua história de afetos e por isso terá seu nome transportado para a necrópole de marte, eu Caronte, faço isso





RECOMENDAÇÃO IMPORTANTE:

As imagens são repugnantes, não recomendáveis, mas foi isso, um rapaz me chamou para ver o video no faceboook e não acreditei no que vi: Enquanto o jovem morria as pessoas comemoravam, ele banhou-se de vermelho, era a vida

Olha a vida!

Retirei o post daqui, quem tiver coragem que veja na Necrópole de Marte, e procure o link, não vou fornecer aqui também, pois se trata de uma janela para uma coisa a traduzir:  O que levou as pessoas a este estágio tão primitivo que as torna semelhantes a bestas humanas

Do spin retificador

Onde está escrito nacionalismo leia-se nacional sacionalismo, ops, sensacionalismo,,,não sei,,estas coisas me deixaram em branco, nesta noite meu coração quase parou, aliás, posso até morrer por causa dessas coisas que vi ontem, como tem primatas por ai, eh sobre o nacional socialismo que o jovem de 16 anos queria que o jornal discutisse

Do spin ateu

Quantos ateus aplaudiram  a morte do jovem Bruno, 16 anos
Com certeza nenhum: Todos era eram crentes!
Sim, crentes em algum deus mas não na vida
Ai dormi depois de cruzar tantas vezes com a morte
E vi um acidente de trânsito no qual envolvi-me
E o carro era emprestado e, no fundo no fundo, não quis providenciar o conserto por entender falta de culpa
Procura-se um bode expiatório: Foi vc..,,,,,não...foi....
Nesse interim tempo de tensão aquele que deveria estar pressionando cobrando nem saiu de dentro do carro
E fez bem pois, enquanto isso, esfriei a cabeça e resolvi pagar o que devia: O carro foi enviado ao conserto
E feliz da conta apesar de tudo $
Paga o que deve sua salafrária, não passas de uma pessoa jurídica como outra qualquer, sem essa de ameaçar as pessoas com  o fogo do inferno, um poder que não tens
Vai vazando

É preciso não ter medo de ir para o inferno: instituições religiosas devem perder isenção
, no Luis Nassif Online:
Em que pese todos os desafios da vida social, a esperança é uma daquelas coisas que nos fazem olhar para frente. Mas isso nem sempre é assim quando a esperança não passa do Deus proverá! Aqui eu não falo de religião boa ou ruim, eu falo sobre o fato de até hoje os templos continuarem livres de tarifação.
A força da bancada evangélica não pode ser tão grande assim para impedir que isso seja votado e aprovado. Não se trata de punir as igrejas, trata-se do lógico. Os templos e pastores estão enriquecendo e se multiplicando, o que mostra que a fé ainda mantém a sua parcela mercantilista que a caracteriza desde a idade média, as tais indulgências. Não pode ser crível que uma instituição empresarial como a IURD não deva pagar tributos, ou mesmo que aquela do senhor de chapéu de cowboy fique isenta do fisco.
Óbvio, deve haver limitações, afinal, não é todo mundo que abre uma igreja que fica rico. Das outras religiões nem se pode falar, afinal, não há caso parecido em outros credos em que os líderes ficaram tão ricos ou mais do que líderes do segmento protestante; mas é claro, se o ficarem acima de um teto a ser definido, que paguem também. Assim, por que não tributar? É preciso perder o medo de queimar no inferno, de ser conjurado pelas bocas de Felicianos, Malafaias e Waldomiros da vida ao fogo eterno do sem sombra.
Às vezes, penso que a resposta só pode ser uma, o restante da bancada parlamentar ainda pensa como os vivos na idade média: na dúvida, é melhor isentar.
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